Guia de Fundos 2020

No reino da Covid-19, são os estímulos que mandam nos mercados

As “bazukas” dos bancos centrais alimentou a recuperação no segundo trimestre, que quase permitiu tapar a hecatombe do primeiro. Ações estão caras, dizem analistas, mas China e ESG mostram potencial.

Ações portuguesas representam menos de 1% dos ativos sob gestão

Investimento em ações portuguesas, em maio, atingiu os 102,5 milhões de euros, menos que a exposição à Apple e à Microsoft juntas.

A Covid-19 veio alargar o fosso entre Wall Street e o mundo

Os fundos nacionais dedicados às ações norte-americanas continuam a somar ganhos, animados pelos tecnológicas e os estímulos. Nas ações europeias, o quadro é de rendibilidades negativas a toda a linha.

Incerteza leva famílias portuguesas a poupar mais

A taxa de poupança das famílias deverá continuar em rota ascendente este ano. Por outro lado, a pandemia não altera o perfil de investidor tipicamente conservador das famílias portuguesas.

Mapa para navegar os mares voláteis nos mercados

A volatilidade regressou com a pandemia de Covid-19 e deverá continuar a marcar os mercados financeiros até ao final do ano. Prudência, diversificação e flexibilidade devem ser palavras-chave para os investidores, dizem os analistas consultados pelo JE.

“Portugueses estão a começar a ficar menos conservadores na exposição ao risco”

Para obter retorno mais elevado, os portugueses estão dispostos a investir em ações, vinca João Pratas, presidente da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento e Pensões e Patrimónios (APFIPP). Desempenho dos fundos no resto do ano depende muito da eventual segunda vaga da pandemia.
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