1ª Greve geral. Tensão e violência nas ruas da Grécia

A greve foi convocada pelos principais sindicatos do país contra as medidas de austeridade do terceiro resgate. Houve tensão e intervenção policial. A primeira greve geral que a Grécia viveu neste seu período de terceiro resgate financeiro ficou marcada por momento violentos e de exaltação, particularmente protagonizados por cerca de cem estudantes e forças policiais. […]


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A greve foi convocada pelos principais sindicatos do país contra as medidas de austeridade do terceiro resgate. Houve tensão e intervenção policial.

A primeira greve geral que a Grécia viveu neste seu período de terceiro resgate financeiro ficou marcada por momento violentos e de exaltação, particularmente protagonizados por cerca de cem estudantes e forças policiais.

Os estudantes, recorrendo a cocktails molotov e pedras, enfrentaram a polícia que, a todo o custo,  tentava afastá-los do edifício do Parlamento grego.

Esta greve, convocada pela Confederação Geral de Trabalhadores Gregos, afetou principalmente os serviços públicos, com uma paragem de 24 horas do metro e de comboios, serviços mínimos na saúde e com os barcos a ficarem nos portos, enquanto o comércio, na sua maioria, funcionou normalmente. Nos aeroportos, houve um tráfego normal dos voos internacionais mas vários cancelamentos nos domésticos, devido à adesão à greve do sindicato do pessoal da aviação civil e da companhia aérea Olympic Airways, que apenas opera na Grécia. Tanto hospitais como farmácias funcionaram com serviços mínimos.

Importa sublinhar que, paradoxalmente, ao apelo à greve convocada pelos sindicatos dos setores público e privado juntou-se a comissão laboral do partido governamental Syriza. Segundo o sindicato que representa o setor privado, as reformas decididas entre o Governo e os credores preveem a liberalização do mercado laboral, aumento da idade de reforma, redução das pensões e o aumento dos impostos, medidas que “diminuem o nível de vida da sociedade grega”. Já o sindicato do setor público classifica a greve como “a primeira etapa de uma luta que procura impedir que a segurança social seja desmantelada e reivindicar um sistema que amplie direitos e garanta as prestações”.

Para ambos os sindicatos, o Governo helénico não está a respeitar os seus compromissos.

 

Por Sónia Bexiga/OJE

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