32 presentes de Natal que misturam história e prazer

874 anos separam a mesa de D. Afonso Henriques, da nossa, do quotidiano. Mas e se um único cabaz conseguisse reunir oito séculos de cultura gastronómica, juntando tradição e modernidade? Aqui há 32, para encher a mesa e a alma.

Carne, pão e vinho: eis a refeição digna do Portugal de Quinhentos. A carne era de longe o alimento que mais se comprava e consumia nos meios aristocráticos, sem ir à mesa do povo.

O pescado era visto como um alimento fraco nutricionalmente, reservado para os dias de abstinência, a que a Igreja Católica obrigava os fiéis.  Era consumido, quase sempre sem entusiasmo, seco, fumado, ou salgado.

Para os nossos reis, comer tinha uma dimensão litúrgica, sacral, ou até política. Os alimentos eram prazer, mas também poder. À mesa real, sentavam-se tipicamente, a fartura, a ostentação e o luxo, num cabaz de produtos verdadeiramente singular e distinto. Não faltaria nunca abundância à mesa do rei de Portugal. Podia o rei comer à mão, mas com a ostentação de uma baixela de ouro, podia estar sozinho à mesa, mas não faltaria a companhia de um vinho e de um pão num banquete sem fim.

Hoje é (quase) tudo diferente. O mundo mudou à mesa. Não comemos o que cultivamos, compramos o que comemos. Não temos um padrão de consumo, temos massificação na oferta, dos produtos mais simples, à ‘gourmetização’. Também não temos o cozinheiro do rei, mas temos gosto, predileções e, sobretudo, a última palavra sobre os alimentos que compramos e como os confecionamos.
Não é comum termos um banquete sem fim, a todas as refeições, mas podemos ter uma mesa rica, de saber e sabores portugueses, originais.

Foi a pensar nisso que o Continente, em pleno século XXI, reavivou parte da história e da memória de oito séculos de cultura gastronómica portuguesa e juntou tradição e modernidade, numa seleção de cabazes de Natal para todos os gostos e carteiras. Em 32 cabazes, há mais de 300 produtos portugueses, selecionados, de qualidade, um universo de paladares que vão encher a mesa e a alma.Vinhos premiados, azeites e vinagres extra condimentados, enchidos-reserva, queijos autênticos, patés de sabores raros, chocolates com história, conservas contemporâneas, compotas lusitanas, sem esquecer os clássicos da época: frutos secos e o “Fiel Companheiro”.

É científico: cada cabaz é um pecado irresistível para a vista, para o olfato e para o gosto. Até pode ser difícil escolher qual deles oferecer, mas vai certamente ser muito fácil fazer alguém feliz. O direito ao prazer está aqui. Desfrute.

 

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