Governance, internacionalização e multidisciplinariedade. Ouça o podcast “Falar Direito” com o advogado Miguel Miranda

Estes serão os temas em análise na edição desta semana do podcast “Falar Direito”, numa entrevista a advogado Miguel Miranda, managing partner e sócio da PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados, conduzida por Mariana Bandeira, jornalista do JE.

 

Ouça e acompanhe o podcast “Falar Direito” em:

Apple PodcastsSpotify | Anchor

 

São vários os desafios que se colocam às sociedades de advogados em 2022. O advogado Miguel Miranda, managing partner e sócio da PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados, aborda nesta entrevista temas como as mudanças no mecanismo de ‘governance’ desta sociedade de advogados, a proximidade geográfica como trunfo e as vantagens e desvantagens da multidisciplinariedade.

Estas são algumas das questões que vamos abordar na edição desta semana do “Falar Direito”, numa entrevista conduzida por Mariana Bandeira, jornalista do JE.

O mundo da advocacia está em destaque no programa “Falar Direito”, podcast semanal da plataforma multimédia JE TV, que conta também com uma versão em podcast, com apresentação de Filipe Alves e Mariana Bandeira.

Recomendadas

Advogados do caso BES querem Supremo a decidir pela manutenção de Ivo Rosa no processo

Na terça-feira a providência 24/22, deu entrada no Supremo e ficou decidido como relator o juiz conselheiro Manuel Capelo, segundo a “TSF”.

Empresas podem participar num estudo gratuito sobre clima organizacional até novembro

Em cada edição, o Índice da Excelência premeia as organizações que apresentam um melhor clima organizacional e que se destacam como organizações de excelência em Portugal. Para participar, as empresas terão de concluir a sua inscrição até ao final de novembro.

Líder do Conselho de Deontologia de Lisboa recandidata-se e critica bastonário dos advogados

Presidente do Conselho de Deontologia de Lisboa aponta perseguição por parte do atual bastonário e apelida a sua gestão de “fechada” e “opaca”. Alerta para falta de meios e “transparência” de gastos.
Comentários