SMS de alerta da Proteção Civil afetadas por falta de pessoal

O presidente da ANEPC, Mourato Nunes, referiu, numa mensagem natalícia enviada aos colaboradores, que vai “exigir um acentuado reforço” e instalações funcionalmente apropriadas”. 

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) admite que o envio, por telemóvel, de mensagens de alerta à população depende da vontade de voluntários que se disponibilizem a estar no call center, revela o “Jornal de Notícias” (JN) na edição desta segunda-feira, 23 de dezembro.

Ao que o JN apurou, não existiam meios humanos suficientes para responder à exigência que era remeter aos portugueses uma primeira leva de SMS a 16 de dezembro, quando as depressões Elsa e Fabien se começavam a aproximar.

Perante este problema, o presidente da ANEPC, Mourato Nunes, referiu, numa mensagem natalícia enviada aos colaboradores, que vai “exigir um acentuado reforço” e instalações funcionalmente apropriadas”.

No entanto, recentemente, a ANEPC disse ao mesmo jornal que “optou por não usar aquele que é considerado internacionalmente um dos melhores meios de aviso e que até levou o Governo a alterar a lei dos Sistemas de Alerta”. Miguel Cruz, adjunto de operações da Proteção Civil, admitiu que “a opção passou por trabalhar mais a ligação com as populações via comunicados de imprensa com a colaboração dos órgãos de comunicação social”.

Recomendadas

Entregas ao domicílio da IKEA serão totalmente elétricas até 2025, diz CEO

A meta para 2030 é ser uma empresa positiva para o clima, isto é, reduzir mais gases de efeito estufa do que aqueles que são emitidos por toda a sua cadeia de valor.

Desafios tecnológicos, burocracia, renováveis e perda de água em debate

A transição energética em Portugal e na Europa esteve em debate na conferência do sexto aniversário do Jornal Económico.

Transição energética não pode ser feita sem as pessoas

Empresas do sector energético destacam a importância das pessoas nos seus projetos. A transição não pode ser feita sem o envolvimento das populações locais e sem a conversão de postos de trabalho.
Comentários