Premium“A confiança é fundamental para navegar na mudança”

April Rinne, uma das 50 Grandes Futuristas a acompanhar de perto, segundo a “Forbes”, conversou com o Jornal Económico sobre as empresas capazes de mudar e de olhar o futuro no presente, e deixa pistas sobre os “superpoderes” necessários para navegar na mudança.

Entrevista a uma cidadã do mundo que vibra com a possibilidade de contribuir para a construção de um futuro onde cabe a esperança. Falamos de quem? De April Rinne, eleita uma das “50 Grandes Futuristas” pela revista “Forbes”, formou-se em Direito por Harvard e foi eleita uma das Jovens Líderes Globais pelo Fórum Económico Mundial de Davos pelas suas reflexões sobre temas como a economia digital, a economia circular, o futuro do trabalho, o impacto do turismo e políticas públicas.

O seu mais recente livro, já disponível em português pela Pergaminho, “Quem mexeu no meu futuro?”, é um desafio em torno de oito “superpoderes” que indivíduos e empresas podem desenvolver para navegar a mudança.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

“Annie Ernaux, os anos super 8”: juntar o íntimo ao social e à História

O público português pode marcar encontro com a escritora francesa Annie Ernaux, Nobel da Literatura 2022. No grande ecrã, estreia um documentário que é também um retrato social, a 15 de dezembro, e nas livrarias irá encontrar a reedição de uma obra sua esgotada há 20 anos.

António Costa e a maldição do sete. Ouça o podcast “Maquiavel para Principiantes”

“Maquiavel para Principiantes”, o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do “Jornal Económico”, Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.

Didier Fiúza Faustino: 30 anos a questionar

Os projetos do “artista-arquiteto” franco-português, como o próprio se define, são marcados pelo questionamento do papel político da criação e da nossa posição enquanto sujeitos e cidadãos. O MAAT, em Lisboa, dedica-lhe uma retrospetiva que Faustino vê mais como um exercício prospetivo.
Comentários