A forma rápida e sem esforço para aceder aos bens

Preservar capital e ter todos os equipamentos necessários para o funcionamento da atividade é o resultado possível com a contratação de um renting.

“O valor de um bem reside na sua utilidade enquanto parte do processo produtivo e não tanto na sua propriedade”. A afirmação é de Bruno Castro, da Grenke Renting e revela aquilo que vai permitir às empresas dotarem-se de equipamentos com investimento nulo ou reduzido. Para as PME esta pode ser a solução natural não financeira, obtendo os equipamentos necessários contra o pagamento de uma renda ajustada às suas capacidades. A par das PME também o setor público pode beneficiar desta modalidade.

Em termos de vantagens, José Diogo Siqueira da ERKE sublinha que “o renting de equipamentos traz bastantes vantagens para as empresas a vários níveis – falo relativamente ao renting automóvel que é aquele com o qual temos mais convivência. Através do renting as empresas podem adquirir mais e/ou melhores equipamentos que doutra maneira teriam mais dificuldades em conseguir devido ao elevado investimento dos mesmos, permite que a empresa se foque exclusivamente na sua área de negócio pois “delega” a gestão da sua frota numa empresa especializada, contrata o serviço apenas para as suas necessidades concretas evitando assim o desperdício de dinheiro ou recursos”. Na mesma linha está Bruno Crasto, branch director Oeiras da Grenke Renting. Afirma que “cada vez mais, as PME entendem que o valor de um bem reside na sua utilidade enquanto parte do processo produtivo e não tanto na sua propriedade. Tendo por base esta premissa, o renting possibilita às empresas dotarem-se dos equipamentos necessários à concretização da sua atividade sem que tenham a necessidade de se descapitalizar ou endividar para o efeito. Também ao nível fiscal, o renting é uma solução interessante pois, não sendo uma solução financeira, os custos decorrentes são enquadrados como operacionais e por isso integralmente dedutíveis. Os processos são também muito simples, desburocratizados e possibilitam a assinatura digital, caraterísticas que as empresas muito valorizam”.

Claro que a situação pandémica que está longe de estar resolvida influenciou este mercado. Recorda Bruno Castro que “a situação pandémica que vivemos traduziu-se numa desaceleração das economias mundiais. Ao nível do investimento o impacto foi ainda mais acentuado. A realidade é que, face a situações de confinamento e de incerteza, alguns investimentos foram suspensos ou adiados. Atualmente registamos um número de solicitações diárias que se vai aproximando dos valores de referência de 2019. Isto demonstra que, após o pico da pandemia COVID-19, as empresas se encontram em recuperação dos seus níveis habituais de negócio e também da confiança, pontos-chave para a realização de novos investimentos”.

E se o renting de equipamentos permite praticamente comprar tudo, desde um computador a uma impressora e tanto permite entrar no mercado dos escritórios, como dos consultórios e clínicas especializadas, também é verdade que o renting tem crescido a dois dígitos nos 10 anos anteriores à pandemia mas, percebeu-se que as empresas têm de inovar. A digitalização e a facilidade de processos é crítica e a Grenke anunciou a possibilidade de os clientes virem a englobar a totalidade dos contratos de aluguer de equipamento num único, ou ainda permitir que os atuais clientes utilizem o seu contrato para apresentarem soluções de locação aos clientes, com o risco transferido para a locadora. O mercado tem tendência a evoluir favoravelmente mas estará sempre ligado à conjuntura económica. Refere Diogo Siqueira da ERKE que “num ano que não se avizinha fácil para o mundo empresarial toda a ajuda na gestão dos ativos é bem-vinda”. E o renting continuará a ter procura porque é um produto que permite às empresas, sobretudo às PME, evoluírem com pouco ou nenhum investimento em quase todos os setores de atividade e por um aluguer mensal ou semanal, o que significa ter tudo por uma fração do seu valor. A Grenke estima que a recuperação total do negócio não aconteça antes de 2023 ou mesmo de 2024. E isto porque a incerteza obrigará a adiar investimentos e a formalização de novos contratos. Por outro lado, a pandemia, as alterações climáticas e os próprios riscos cibernéticos estão a obrigar a gestão das PME a repensar onde, como e quando investir.
Para os gestores o relevante é manter o foco no negócio e manter a liquidez necessária para a atividade, sem preocupações em gerir o capital dos grandes investimentos em equipamento.

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