A maior empresa de reparação de dívidas da Europa chega a Portugal

A fintech arrecadou 50 milhões de dólares em investimento no último ano e já liquida cerca de um milhão de euros de dívida em Espanha todos os meses.

No início da pandemia de Covid-19, a economia portuguesa apresentava uma recuperação moderada da última crise. Com indicadores positivos do PIB, emprego e salários reais, embora com uma dívida pública elevada, o país parecia estar no caminho de corrigir várias fragilidades sociais e económicas.

Com o aprofundamento da crise de saúde pública, o clima económico deteriorou-se rapidamente e o desemprego aumentou em 24%, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho. Apesar de as medidas de apoio às família, o impacto da redução dos rendimentos e o endividamento das famílias têm-se revelado como os fatores mais preocupantes.

Neste contexto, Resolva a Sua Dívida, a maior empresa de reparação de dívidas da Europa, começou a operar em Portugal desde 2020, com o objetivo de apoiar as famílias na liquidação das suas dívidas. A empresa, com presença também em Espanha, México e Colômbia, conseguiu ajudar mais de 250 mil clientes a liquidar as suas dívidas, com elevados descontos e a possibilidade de pagamentos ajustáveis. Só em Espanha, a empresa administra cerca de 76 milhões de euros de dívida, com liquidações próximas de um milhão de euros por mês.

O processo começa quando o cliente não consegue cumprir com os pagamentos dos seus créditos e inicia comunicação com a empresa. De seguida, é criado um plano de liquidação personalizado, no qual são determinadas as possibilidades de pagamento de cada cliente, um desconto (que pode ser de até 40%) e também a duração do programa.

Iniciada a colaboração entre o cliente e a reparadora, as prestações depositadas mês a mês são acumuladas, de maneira a formar uma poupança, enquanto que os negociadores da Resolva a Sua Dívida medeiam com as instituições financeiras de forma a obter as condições de liquidação mais favoráveis.

Desta forma, é possível encerrar dívidas com recursos próprios, sem a necessidade de solicitar mais empréstimos, com assessoria especializada em todo o percurso e com suporte para lidar com chamadas de cobrança. Com a ajuda da Resolva a Sua Dívida, é possível desenvolver bons hábitos financeiros e reingressar no sistema financeiro.

Ronda de financiamento

Este ano, a Resolva a Sua Dívida assegurou um investimento de 24 milhões de dólares da Vulcan Capital (o braço de investimentos do espólio de Paul G. Allen, cofundador e filantropo da Microsoft) e da Freedom Financial Network, o maior provedor de serviços financeiros e reparação de crédito nos Estados Unidos.

Este novo investimento permitiu à fintech o início da sua expansão global, após receber capital de crescimento em dezembro de 2019. No total, a empresa arrecadou cerca de 50 milhões de dólares nos últimos 12 meses.

“O nosso objetivo é alcançar a inclusão financeira para mais clientes em todo o mundo, enquanto trabalhamos para aliviar o peso das suas dívidas”, diz Juan Pablo Zorrilla, co-diretor e co-fundador da Resolva a Sua Dívida. “Esse capital de crescimento será usado para a Resolva a Sua Dívida se expandir como porta-voz de devedores em outros países da Europa e América Latina, semelhante aos nossos esforços bem-sucedidos no México, Espanha, Portugal e Colômbia”, reforça.

Se deseja obter mais informações, pode visitar o site aqui.

 

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com Resolva a Sua Dívida.

Recomendadas

Garrafeira Mercadona

Vinhos de confiança à mesa dos portugueses.

Descubra o que reserva a 6ª edição do Mastercard Innovation Forum em Portugal

A 6ª edição do Mastercard Innovation Forum em Portugal está prestes a arrancar com convidados nacionais e estrangeiros para debater as últimas tendências e os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos.

Talento: o que é? Como identificá-lo?

Neste episódio, Pedro Borges Caroço, da Michael Page, reflete sobre a definição do conceito de talento. Descubra de que forma é que se dá o match certo entre o talento e organizações.
Comentários