A minha empresa inspira-me a fazer o melhor trabalho que consigo

Tem uma empresa que precisa da criatividade diária nos seus colaboradores para sustentar o seu negócio? Trabalha com uma equipa de criativos e quer tirar o melhor partido deles? Deixamos-lhe algumas dicas para conseguir conceber as condições certas para gerir e estimular o lado inovador de quem trabalha consigo. Como defende Jeffrey Pfeffer, professor da Universidade de Stanford: […]

Tem uma empresa que precisa da criatividade diária nos seus colaboradores para sustentar o seu negócio? Trabalha com uma equipa de criativos e quer tirar o melhor partido deles? Deixamos-lhe algumas dicas para conseguir conceber as condições certas para gerir e estimular o lado inovador de quem trabalha consigo.

Como defende Jeffrey Pfeffer, professor da Universidade de Stanford: “o que o separa dos seus competidores são as habilidades, conhecimentos, compromissos e ferramentas das pessoas que trabalham para si. As empresas que sabem gerir eficientemente os seus empregados são 30 a 40% mais produtivas do que as que não o fazem”. 

No livro “The 12 Simple Secrets of Microsoft Management”, David Thalien explica-nos como é que a criatividade dos trabalhadores da Microsoft melhor se manifesta.

  1. Contrate pessoas que “pensem”. No momento em que entrevista alguém pela primeira vez, esteja atento para verificar se a pessoa está apta para “pensar” nos desafios que lhe são propostos, oferecendo ideias e mais-valias, ou se apenas se limita a cumprir tarefas. Procure entender se esta pessoa tem a capacidade de resolver problemas, especialmente sob pressão. Isto pode ser feito com perguntas mais inusitadas ou que apanhem o candidato desprevenido;
  2. Aceite que os seus trabalhadores vão errar. Se trabalha num ambiente em que a melhor forma para assegurar o seu emprego é trabalhar para superar outra empresa competidora, o seu foco e energia vai estar em desenvolver novos produtos e novas formas de resolver problemas. Não permita que os erros de alguém se tornem num problema sério pois até podem ser potenciadores de soluções dentro da empresa;
  3. Não alimente repercussões sérias quando os seus trabalhadores erram nas primeiras vezes. Não vai querer fazer alguém sentir-se mal ao ponto de achar que o seu emprego na empresa está em risco por conta de um erro;
  4. Crie uma mentalidade de “nós” em vez de “eles”. Relembre os seus trabalhadores constantemente que a competição e as outras empresas no mercado vivem a sua realidade de acordo com as possibilidades que têm e não são inimigos de guerra. Todos nós fazemos parte de um dado ecosistema que está a evoluir com a colaboração de todos. Evidencie quais são os objectivos da empresa mas deixe que cada indivíduo trace o seu caminho e dê o seu melhor dentro da sua área de trabalho;
  5. Alimente uma mentalidade “startup” na empresa. Numa startup existe sempre uma percepção de urgência em fazer com que determinado negócio seja bem sucedido. Crie uma sensação de responsabilidade em cada trabalhador de forma a que possa aferir os custos de cada um. Se um trabalho precisa de 5 pessoas para ser feito, comece por fazê-lo com apenas 4. Frugalidade evita que os seus trabalhadores se tornem demasiado confortáveis ou desmotivados;
  6. Faça com que o seu escritório pareça a casa de cada trabalhador. Crie um ambiente profissional que seja agradável, simpático e que faça com que os seus empregados queiram ficar lá. Há uma grande ligação entre gostar do seu local de trabalho e fazer um bom trabalho;

Em última análise, o pensamento que deve procurar deixar na mente da sua equipa deve ser algo como “A minha empresa inspira-me a fazer o melhor trabalho que consigo”.

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