PremiumA Rota para colocar de vez os vinhos de talha no mapa

A Câmara Municipal de Vidigueira apresentou uma candidatura da produção tradicional do vinho de talha a Património Imaterial da Humanidade junto da Unesco. A Rota dos Vinhos de Talha visa ajudar a desenvolver o concelho.

Resultante de uma prática de mais de dois mil anos trazida do Cáucaso para Portugal pelos Romanos, a produção do vinho de talha esteve à beira da extinção. Só nos últimos anos do século passado se conseguiu inverter esta fatídica tendência de desinteresse e de abandono e dar novo alento e sangue aos produtores de vinho de talha no nosso País.

E falar de vinho de talha em Portugal é, sobretudo, falar de vinho de talha no Alentejo, em particular nos concelhos de Vidigueira, Cuba e Alvito, na zona de passagem do Alto para o Baixo Alentejo. Mas também na região circundante a Reguengos de Monsaraz, mais perto da fronteira com Espanha, ou em pequenos pontos isolados cuja razão de ser se perdeu nas brumas do tempo, como é o caso de Cabeção, uma aldeola do concelho de Sousel.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas
Capa_Livro_Zero_to_One_Weekend_960_600

Não há nenhuma razão para que o futuro só aconteça em Silicon Valley

Weekend: A equipa da Instinct deixa-lhe sugestões de entrevistas, livros, filmes, séries, podcasts e artigos que o vão ajudar a entender, refletir e inspirar sobre o futuro para inovar com impacto.

Projeto “Ponte nas ondas” integra Boas Práticas de Património Imaterial da UNESCO

O projeto luso-galaico “Ponte nas Ondas” foi hoje reconhecido pela UNESCO, em Rabat, Marrocos, passando a integrar o Registo de Boas Práticas de Salvaguarda de Património Cultural Imaterial daquela organização internacional, tornando-se na primeira candidatura portuguesa da lista.

“Odisseia Nacional” do D. Maria II, um teatro em périplo pelo continente e ilhas

Durante 2023, o Teatro Nacional D. Maria II vai desenvolver um programa extramuros e levar a todas as regiões de Portugal continental e ilhas um vasto leque de iniciativas. Envolver públicos e comunidades na descentralização da cultura é um dos objetivos desta “Odisseia”, com início marcado para janeiro.
Comentários