Abanca com lucros recorrentes de 149 milhões de euros até setembro (com áudio)

O banco espanhol obteve um lucro atribuível de 141,4 milhões de euros, menos 32,6% face ao mesmo período de 2021. Excluindo os resultados não recorrentes, o resultado situou-se em perto de 149 milhões de euros, ou seja, aumentou em 3,3%.

O espanhol Abanca obteve um lucro atribuível de 141,4 milhões de euros, menos 32,6% face ao mesmo período de 2021. Excluindo os resultados não recorrentes, o resultado foi de 148,8 milhões de euros, um aumento de 3,3% em comparação com o período homólogo.

“Esta melhoria nos lucros foi impulsionada por uma maior contribuição do negócio recorrente (rendimento líquido de juros mais rendimento da prestação de serviços), que cresceu 8,3% e representa 94% da margem bruta”, refere o banco num comunicado divulgado esta quinta-feira.

Nos primeiros nove meses do ano, a margem financeira cresceu para 538,3 milhões de euros, com as comissões a atingirem os 210,9 milhões de euros.

“A margem financeira cresceu 7,8%, impulsionada pela evolução positiva das receitas comerciais, que aumentaram 12,3% numa base anual em ambos os casos”, indica o Abanca, explicando que a “melhoria de 9,7% nas receitas dos serviços foi repartida por todas as linhas: 2,4% nos serviços bancários, 17,1% na área de cobranças e pagamentos e 6,2% em ativos fora de balanço”.

Por outro lado, a comercialização de seguro registou um “forte crescimento” de 11,3% nos primeiros nove meses do ano.

Já os custos, afirma o banco, “foram condicionados pela incorporação da consolidação do negócio do Novo Banco, bem como pelos esforços feitos para impulsionar a geração de negócio através de novos projetos e o lançamento de uma ampla campanha de marketing de âmbito nacional”.

Quanto às imparidades para crédito, a instituição financeira refere que a “elevada qualidade dos ativos permitiu limitar as dotações para perdas com empréstimos (52 milhões de euros em setembro)”. Neste período, o rácio de NPL (crédito malparado) situou-se nos 1,9%.

A carteira de crédito aumentou 3,5%, para perto de 50 mil milhões de euros, enquanto os recursos totais cresceram 3,6%. Os depósitos aumentaram 5% neste período.

Notícia atualizada às 10:52

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