ACEGE. Falta “exercício crítico”, diz Javier Alonso Jiménez

Na mais recente conferência da ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores, em Lisboa, no âmbito do seu ciclo anual dedicado ao tema “Conciliação Família e Trabalho”, recebeu como convidado especial, Javier Alonso Jiménez, diretor geral do Credit Suisse Gestão, em Espanha. O orador trouxe à reflexão o tema “O Valor da Conciliação: os […]


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Na mais recente conferência da ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores, em Lisboa, no âmbito do seu ciclo anual dedicado ao tema “Conciliação Família e Trabalho”, recebeu como convidado especial, Javier Alonso Jiménez, diretor geral do Credit Suisse Gestão, em Espanha.

O orador trouxe à reflexão o tema “O Valor da Conciliação: os Humanos não são Recursos mas sim Pessoas”. Partindo da constatação de que a realidade das empresas tem sofrido profundas alterações e que, num contexto cada vez mais global, este será um caminho sem retorno e de evolução constante, Jiménez falou da importância da tecnologia em todo este processo e, muito particularmente de como as pessoas devem, ainda assim, ser valorizadas.

“Se é certo que as máquinas podem e têm vindo a substituir as pessoas, mais certo será que nunca conseguirão substituir a criatividade, pois só as pessoas a conseguem criar”, afirmou o orador, chamando a atenção para a necessidade das pessoas, e especialmente os empresários, de se manterem sempre atentos, humildes e com muita vontade de aprender. E no mercado laboral, fará, em sua opinião, toda a diferença aquele que se mantiver humilde, que aprenda, que saiba trabalhar, ao que não pode faltar a existência de metodologia, e que “nuca deixe de ler. Um dia sem ler, é um dia perdido”, sublinha entusiasticamente.

Para Jiménez, vivemos tempos de necessariamente ler e evoluir, de estimular a imaginação e a criatividade para que nos possamos distinguir, bem de aprofundar a máxima do “conhece-te a ti mesmo” para que depois, com base no exercício crítico de nós mesmo e não da sociedade ou do outro, possamos progredir.

Por Sónia Bexiga/OJE

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