Administração da TAP escolheu o banco de investimento depois de uma análise exaustiva

Christine Ourmières-Widene respondeu à questão feita sobre o advisory financeiro da privatização (a deputada do BE  perguntou especificamente pela Evercore) dizendo “que houve uma consulta a bancos de investimento de todo o mundo e que o conselho de administração acabou por escolher este que cumpria os requisitos de independência”.

A CEO da TAP respondia à deputada do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, sobre assessora financeira escolhida pela TAP para conduzir o processo de privatização, que é a Evercore, tal como avançado pelo Jornal Económico.

Christine Ourmières-Widene respondeu à questão feita sobre o advisory financeiro da privatização (a deputada do BE  perguntou especificamente pela Evercore) dizendo “que houve uma consulta a bancos de investimento de todo o mundo e que o conselho de administração acabou por escolher este que cumpria os requisitos de independência”. A CEO da TAP explicou que a preocupação do board foi escolher um assessor financeiro independente e que este foi escolhido depois de um longo processo de escrutínio.

O processo de escolha foi longo e moroso e foram consultados todos os bancos de investimento “de elevado perfil” do mundo e que a escolha foi validada pela Comissão Executiva.

Fonte da TAP disse ao Jornal Económico que a CEO confirmou a escolha da Evercore na sua intervenção. O facto de a intervenção ter sido feita em inglês pode explicar que não se tenha entendido da sua resposta uma confirmação da notícia avançada em primeira-mão pelo Jornal Económico.

O processo de reprivatização da TAP está a avançar, depois de no final de 2021 o Estado ter passado a controlar 100% do capital.

O primeiro-ministro afirmou a semana passada, no Parlamento, que foi já contratada pela TAP uma consultora (a norte-americana Evercore) para ouvir potenciais interessados, admitindo vender a totalidade da participação do Estado, mas sem rejeitar a venda parcial.

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