Afinal, de onde vêm os nomes dos furacões?

Na década de 1900 as pessoas começaram a usar nomes femininos para as tempestades.

O furacão Matthew deixou centenas de mortos e milhares de casas destruídas. As próximas grandes tempestades também já têm nome: vem aí o furacão Nicole e, em seguida o Otto. Mas quem é que decide estes nomes?

Uma tempestade atlântica que rasgou o mastro de um barco chamado Antje ficou conhecida como furacão de Antje. A partir daí, em meados da década de 1900, começaram a ser usados nomes femininos para as tempestades.

Os meteorologistas decidiram mais tarde introduzir um sistema mais organizado e eficiente, tendo nomes numa lista organizada em ordem alfabética – ao primeiro furacão do ano dá-se um nome com a letra A e por aí em diante.

A lista original continha apenas nomes de mulheres mas, em 1979, foram introduzidos nomes de homens.

Atualmente, seis listas de nomes são usadas num sistema rotativo, o que quer dizer que a lista para 2016 será usada novamente em 2022.

Quando uma tempestade é considera particularmente mortal, o seu nome é removido da lista sendo outro nome escolhido para o substituir na reunião anual das Comissões WMO Ciclone tropical.

O furacão Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA, 2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974) são exemplos disso.

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM) é mais fácil para as pessoas lembrarem-se de nomes do que números e termos técnicos.

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