AHRESP defende reforço de apoios a fundo perdido à tesouraria das empresas

A associação afirma que muitas empresas “estão a ser obrigadas” a fazer “encerramentos involuntários”, devido à ausência de trabalhadores, que estão infetados com Covid-19.

A associação da hotelaria e restauração AHRESP defendeu hoje que o Governo deve reforçar o apoio a fundo perdido atribuído à tesouraria das empresas, para compensá-las das “fortes perdas” devido à redução da atividade económica provocada pela pandemia.

Devido à “elevada taxa de transmissibilidade” da nova variante do vírus, a Ómicron, as empresas da restauração, similares e do alojamento turístico estão a “registar fortes cancelamentos de reservas”, o que provoca “enormes prejuízos”, refere a AHRESP em comunicado.

Em simultâneo, afirma que muitas empresas “estão a ser obrigadas” a fazer “encerramentos involuntários”, devido à ausência de trabalhadores, que estão infetados com Covid-19.

A AHRESP realça que “a época de Fim de Ano, por regra, é um período em que as empresas [do setor] conseguem reforçar as suas tesourarias”, mas devido ao atual momento de restrições à atividade e com os encerramentos involuntários, a associação considera ser “da maior importância o reforço dos apoios a fundo perdido” para que se possam manter os negócios e os respetivos postos de trabalho.

A Covid-19 provocou mais de 5,41 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da AFP. Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.921 pessoas e foram contabilizados 1.330.158 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

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