Albuquerque diz que questionário a governantes é “folclore e circo” e diz não ter conhecimento de “esqueletos no armário” no Governo da Madeira

O presidente do executivo sublinha que “ou uma pessoa é séria ou não é séria. É uma questão de confiança. E essa avaliação e esse juízo crítico não é com papelinhos e preenchendo inquéritos tipo primária que se fazem essas avaliações”.

O presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque, considerou que o questionário criado pela República para a seleção de membros do Governo “é folclore e um circo”. Albuquerque diz que isso não vai avançar na Madeira. O governante diz “não ter conhecimento” quando questionado sobre se existiriam “esqueletos no armário” no Governo Regional da Madeira.

Albuquerque refere que o questionário criado pela República serve para “disfarçar a desgraça que está lá instalada [Governo da República]”.

O presidente do executivo madeirense sublinha que “ou uma pessoa é séria ou não é séria. É uma questão de confiança. E essa avaliação e esse juízo crítico não é com papelinhos e preenchendo inquéritos tipo primária que se fazem essas avaliações”.

O Governo da República resolveu criar um inquérito para a seleção de membros do Governo depois de uma série de demissões. Entre as demissões estiveram as do ministro Pedro Nuno Santos, e respetivo secretário de Estado, e de Alexandra Reis, na altura secretária de Estado, devido à indemnização de 500 mil euros que terá recebido pela saída da TAP.

Carla Alves foi outra das demissões no executivo, dirigido por António Costa, praticamente 24 horas depois de ter tomado posse, na sequência de notícias que davam conta do arresto de conta bancária partilhada com o marido.

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