Alfa Romeo vende 350 unidades na China… em 30 segundos!

A plataforma online Tmall, pertença da gigante Alibaba, registou a venda de 350 modelos da Alfa Romeo. Até aqui nada de novo, não fosse o facto de as vendas terem sido feitas em meros 30 segundos.

De acordo com o veiculado pelo jornal espanhol La Vanguardia, a Alfa Romeo vendeu 350 veículos na China em apenas 30 segundos. O feito foi alcançado através da Tmall, uma plataforma de vendas online que pertence à Alibaba. Num período de meio minuto, a marca italiana conseguiu vender 290 unidades da edição limitada Giulia Milano, cujo preço ronda os €58 mil, e 60 unidades do Giulia Quadrifoglio (na imagem), comercializado desde €138 mil euros.

Esta não é a primeira vez que esta plataforma regista vendas recorde. O La Vanguardia adianta que, no ano passado, a FCA colocou na mesma plataforma o Maserati levante, tendo as primeiras 100 unidades sido vendidas em 18 segundos. Surge, assim, uma tendência do mercado chinês, onde marcas como Audi, Mercedes-Benz e Volvo venderam, em 2016, milhares de automóveis através de plataformas online como a Tmall e a Taobao.

Recomendadas

Um em cada 25 Teslas vendidos na Europa vem para Portugal

Em Portugal, os veículos elétricos correspondem a 15,8% das matrículas totais de veículos ligeiros de passageiros. A Tesla está quase a ultrapassar marcas como a Nissan e a Volvo.

PremiumJuventude eterna

A quarta geração do icónico MX-5 de Mazda está tão jovem como no longínquo ano de 1989 em que foi lançado o primeiro modelo. Com um design que pouco evoluíu porque os consumidores desejam manter este modelo, variando as cores e a capota, de lona ou rígida, o MX-5 tem, no entanto, uma clara melhoria no ADN. Ainda assim soube sempre manter o que tem de melhor na passagem entre gerações, nomeadamente a conexão Jinba Ittai, onde o condutor é o centro nevrálgico do automóvel.
Alexander Migl

Compra de carros de luxo aumentou durante a crise

Em causa está um crescimento de 22%, em que seis marcas conseguiram vender mais de mil automóveis no mercado português.
Comentários