AllianzGI lança o fundo Allianz Metaverse

A AllianzGI acaba de lançar um novo fundo, que capitaliza a ascensão do metaverso, e investe em três áreas-chave: a infraestrutura Web 3.0, o ecossistema de aplicações e as experiências virtuais.

A AllianzGI acaba de lançar um novo fundo, que capitaliza a ascensão do metaverso, e investe em três áreas-chave: a infraestrutura Web 3.0, o ecossistema de aplicações e as experiências virtuais.

“Estamos no início de uma terceira fase da revolução digital. O metaverso refere-se à união sem brechas dos mundos virtual e real num espaço digital comum sem fronteiras internas”, diz a gestora de ativos do grupo Allianz em comunicado.

“Um dos temas-chave [da revolução digital] é a Web 3.0, uma nova iteração da World Wide Web que incorpora conceitos como a descentralização, as tecnologias blockchain e a economia assente em tokens”, refere.

“Em todo o mundo, empresas de tecnologia, e muitas outras, estão a investir biliões em investigação e desenvolvimento de componentes do dito metaverso. A Allianz Global Investors (AllianzGI) vê isto como uma manifestação nova e de longo prazo da tendência denominada como vida digital”, acrescenta.

A AllianzGI destaca que “os Coldplay foram a primeira banda do mundo real a oferecer aos seus fãs um concerto no Metaverso em 2021. O grupo insinuou assim as possibilidades que se podem abrir no novo mundo virtual”.

Por essa razão, “a AllianzGI lançou o fundo Allianz Metaverse para que os investidores possam participar deste desenvolvimento. O gestor do fundo, Marc Phanitsiri, sedeado em São Francisco, investe em todo o mundo em ações de empresas de toda a cadeia de valor para a criação de mundos virtuais”, revela a gestora.

Virginie Maisonneuve, diretora de Investimento Global em Ações, pergunta: “É real o metaverso? Sim, acreditamos que sim. À medida que a brecha entre as nossas vidas ‘reais’ e digitais diminui, o metaverso não é uma terra distante, longínqua. Está literalmente mais perto do que se pensa, assim como as oportunidades de investimento que oferece”.

“Acreditamos que os investidores podem capitalizar esta temática” diz a gestora que vê “oportunidades potenciais para investir em empresas que criam a infraestrutura da Web 3.0, o ecossistema de aplicações criado para utilizar esta infraestrutura e os mundos digitais que surgem através dessas aplicações interoperáveis”.

“Com uma visão a mais longo prazo, acreditamos que o metaverso vai crescer para abranger muitas indústrias não digitais, como os sectores imobiliário e financeiro, bem como a indústria e a agricultura. É por isso que os investidores devem recorrer a perspetivas múltiplas e intersectoriais para identificar os vencedores neste ambiente”, defende a diretora de Investimento Global em Ações.

“Com o Allianz Metaverse, estamos a abrir uma oportunidade para que os investidores na Europa beneficiem especificamente da terceira fase da revolução digital e das mudanças sociais daí resultantes”, acrescenta, por sua vez, Marisa Aguilar, diretora geral para Portugal e Espanha.

“O fundo investe em empresas que a equipa de investimento acredita serem as mais adequadas para facilitar o desenvolvimento do metaverso e naquelas que podem tirar maior partido desta evolução. Acreditamos que a melhor maneira de nos aproximarmos desta tendência é por via de uma abordagem de investimento ativa centrado na seleção de valores”, adianta.

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