Alteração da Lei das Finanças Regionais é essencial para “reverter políticas erradas” da República, diz PSD

 “Se o Governo Regional não tem conseguido contrariar políticas erradas das políticas da república é porque não tem ainda os instrumentos que o permitam”, afirmou o deputado social-democrata no debate mensal da Assembleia Legislativa da Madeira, ocorrido no dia 3 de maio, sob tema “Emprego na Região Autónoma da Madeira”.

Créditos: Élvio Fernandes

O deputado do PSD Brício Araújo criticou as “políticas erradas” do Governo da República, que, a seu ver, se transferem para a região e agravam a sua condição periférica. Para reverter a situação, a solução passa pela revisão da Lei das Finanças Regionais, considerou.

“Se o Governo Regional não tem conseguido contrariar políticas erradas das políticas da república é porque não tem ainda os instrumentos que o permitam”, afirmou o deputado social-democrata no debate mensal da Assembleia Legislativa da Madeira, ocorrido no dia 3 de maio, sob tema “Emprego na Região Autónoma da Madeira”.

“Há duas coisas que o PS não pode falar: empobrecimento e carga fiscal”, acusou Brício Araújo, acrescentando que “foi o Governo Socialista que transformou Portugal num dos países mais pobres da OCDE,  com uma das cargas fiscais mais elevadas da Europa”.

“Sobre empobrecimento e carga fiscal, os socialistas não enganam porque os madeirenses estão atentos”, declarou.

O deputado social democrata mencionou a urgência em rever a Lei das Finanças Regionais, afirmando que “já há registos preocupantes” nesta questão, e perguntou ao chefe do executivo regional, Miguel Albuquerque, se com a revisão da Lei, a região tem capacidade de inverter situação registada no país.

Em resposta, Miguel Albuquerque afirmou que, “dado o empenho do PS no apoio ao emprego, esperava que o PS declarasse que estava totalmente disponível no sentido de assegurar uma revisão da Lei das Finanças Regionais, mas obviamente não foi isso que aconteceu”. O Governante lembrou ainda que estão “centenas de empresas à espera de inscrição no Centro Internacional de Negócios da Madeira, decisão que tarda. Rstamos já com cinco meses de atraso”, lembrou.

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