América: mercado volta a esperar subida da Fed funds rate em 2015

A análise de Steven Santos, Gestor do BiG: A Fed deixou ontem as taxas inalteradas, com apenas um dissidente: Lacker, que votou a favor de um aumento de 0,25% na taxa de juro. O tom da declaração surpreendeu por ser favorável a um aumento das taxas de juro mais rapidamente do que se esperava, na […]


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A análise de Steven Santos, Gestor do BiG: A Fed deixou ontem as taxas inalteradas, com apenas um dissidente: Lacker, que votou a favor de um aumento de 0,25% na taxa de juro. O tom da declaração surpreendeu por ser favorável a um aumento das taxas de juro mais rapidamente do que se esperava, na medida em que a FOMC já não apontou possível restrições sobre a economia e a inflação geradas por desenvolvimentos globais, como o abrandamento da China.

Neste momento, os futuros da Fed funds rate descontam uma probabilidade de 42,6% para um aumento de 0,25% na taxa de juro na reunião de 16 de Dezembro, acima dos 33,2% de probabilidade descontados ontem. Para a reunião de 27 de Janeiro, a probabilidade é de 45,1%.

Depois da desvalorização de ontem no EUR/USD, causada pela declaração hawkish da FOMC, o euro está hoje a recuperar, devido aos fluxos de ajustamento do final do mês. Este ajustamento é mais notório no EUR/GBP, um par cambial muito usado por empresas para cobrir o risco cambial.

 

EUROPA: índices ligeiramente negativos numa manhã de resultados empresariais

 

A manhã europeia está a ser marcada pela divulgação de resultados de inúmeras cotadas, em que se destacam positivamente as alemãs Schneider e Bayer e, negativamente, a francesa Sanofi e o Deutsche Bank.

No plano individual, a Volkswagen e a ICBC anunciaram um acordo de cooperação. Com este acordo estratégico, o fabricante automóvel em dificuldades deverá aumentar a sua penetração na China, ao associar-se ao maior banco chinês em termos de activos totais. Apesar da notícia positiva, a Volkswagen cai menos de 1%.

 

PORTUGAL: PSI 20 avança antes das contas da EDP serem anunciadas

O PSI 20 avança 1,15%, tentando quebrar em alta o triângulo simétrico dentro do qual tem consolidado nas últimas duas semanas. A acção da BPI, cujos lucros apresentados ontem de 74,8 mil milhões de euros comparam muito favoravelmente com os 45,3 mil milhões divulgados no trimestre anterior, está a impulsionar o índice. Os resultados do peso-pesado EDP, que serão divulgados hoje depois do fecho de mercado, poderão ser decisivos para definir a tendência do PSI 20 nas próximas sessões. Amanhã teremos as contas do conglomerado Semapa.

Em mais uma sessão volátil, o Banif corrige das pesadas perdas dos últimos dias, ao disparar 18,18%, com a notícia de que há mais dois interessados na compra da seguradora Açoreana, o que poderá levar a ofertas mais atractivas e à realização de mais liquidez.

 

 

 

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