PremiumAmorim, Portugália e Louis-Albert aceitaram as regras para entrarem no novo processo de venda

Os três consórcios que tinham apresentado uma proposta à Gesfimo no anterior processo, tinham até quarta-feira para assinar um compromisso de não litigância e um acordo de confidencialidade. Todos assinaram, menos um, a Oakvest.

A Oakvest, de Mark Holyoake, foi a única das entidades que participaram no anterior concurso para a venda da Herdade da Comporta que não participará no novo processo. Anteriormente em consórcio com a Portugália, a Oakvest não assinou o compromisso de não litigância, nem o acordo de confidencialidade, que eram condição para participação no novo processo, soube o Jornal Económico de fontes conhecedoras do processo.

Tanto a Portugália, como o consórcio Amorim Luxury/Vanguard Properties/Port Noir e o príncipe francês Louis-Albert de Broglie assinaram o chamado waiver (compromisso de renúncia a qualquer contestação, reclamação ou impugnação do processo por factos passados) e o Non Disclosure Agreement (acordo de confidencialidade) na quarta-feira dia 22.

A Gesfimo, entidade responsável pelo processo, tinha avisado no início desta semana que os três candidatos que participaram no anterior processo de venda, se quisessem participar no novo concurso teriam de assinar os dois documentos.

 

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