ANA, Cuatrecasas e Galp assinam acordos com a Portugal Ventures

O trio de empresas faz agora parte da rede de “Corporate Partners” da sociedade de capital de risco portuguesa. Um dos objetivos da parceria é apoiar e criar sinergias para as startups do portefólio da Portugal Ventures na testagem de pilotos e angariação de contratos.

A Portugal Ventures (PV), sociedade de capital de risco que integra o grupo Banco Português de Fomento, fez novas parcerias com três empresas de renome em Portugal, de três sectores diferentes: a ANA – Aeroportos de Portugal, a sociedade de advogados Cuatrecasas e a Galp.

O trio faz agora parte da rede de “Corporate Partners” (parceiros empresariais) da instituição, cujo principal objetivo é apoiar e criar sinergias para as startups do portefólio da PV na testagem dos seus pilotos, na adaptação do seu modelo de negócio ao mercado real e na angariação de potenciais leads comerciais.

Na opinião de Thierry Ligonnière, presidente da comissão executiva da ANA, esta parceria poderá ser “um acelerador da nossa estratégia de inovação e permitirá desenvolver novas ideias aplicáveis na nossa rede de aeroportos a nível mundial”. “As parcerias são uma parte fundamental da estratégia de inovação da ANA e da Vinci Airports e congratulamo-nos com a oportunidade de colaborar com a Portugal Ventures, num trabalho conjunto com o objetivo de encontrar novas soluções para os desafios do sector da aviação”, afirma, em comunicado divulgado à imprensa.

Nuno Sá de Carvalho, managing partner da Cuatrecasas, lembra que a sua firma de advocacia conta, há sete anos, com uma aceleradora chamada ‘Acelera’ e fez recentemente um protocolo com a Fábrica dos Unicórnios, em Lisboa, além desta parceria com a PV. “Estaremos empenhados, nomeadamente, na formação aos CEO das empresas investidas pela PV e respetivas equipas, contribuindo para que desenvolvam da melhor forma os seus produtos e serviços, e potenciando a expansão dos seus negócios e a atração de investimento”, explicou.

“A inovação e o empreendedorismo são essenciais para a Galp desenvolver e oferecer novas soluções energéticas mais sustentáveis e acessíveis aos seus clientes” assinala Georgios Papadimitriou, Chief Operating Oficer (COO) de Energias Renováveis e Inovação da Galp. “O alargamento do ecossistema empreendedor e as dinâmicas colaborativas refletidas nesta parceria mostram o caminho que temos de trilhar para ultrapassarmos os desafios tecnológicos da transição energética”, sublinhou o COO.

Ou seja, para as corporate, esta rede é uma oportunidade de alavancar a inovação nas suas estruturas, fomentar a Investigação e Desenvolvimento (I&D) e explorar soluções de melhoria dos seus produtos e/ou serviços, segundo a Portugal Ventures.

“A integração da ANA – Aeroportos de Portugal, da Cuatrecasas e da Galp na Rede de Corporate Partners da Portugal Ventures, irá abrir portas para o nosso portefólio para que possam continuar a desenvolver os seus produtos, as suas leads comerciais, e procurar dar resposta ao mercado em encontrar soluções benéficas”, conclui Teresa Fiúza, vice-presidente da PV, na mesma nota.

Recomendadas

“Falar Direito”. Renegociação de créditos? Eficácia vai depender do universo que temos pela frente”

Qual será o grau de eficácia do diploma que visa, essencialmente, regular o procedimento de renegociação entre as instituições de crédito e os respetivos clientes? Saiba a resposta do advogado Francisco Barona, sócio do departamento financeiro e governance da Sérvulo, no programa da plataforma multimédia JE TV.

“Falar Direito”. “Diploma da renegociação cria ónus sobre bancos que têm crédito à habitação”

O advogado Francisco Barona, sócio do departamento financeiro e governance da Sérvulo, explica quais são, na sua perspetiva, os dois principais problemas associados ao novo diploma relativo à renegociação de créditos.

Renegociação de créditos: o que muda com a nova lei? Ouça o “Falar Direito”

O advogado Francisco Barona, sócio do departamento financeiro e governance da Sérvulo, explica o que muda para consumidores e banca com a entrada em vigor do novo diploma relativo à renegociação de créditos.
Comentários