Angola é um dos emergentes com maior nível de risco para investir

A terceira edição do estudo “Emerging & Frontier Markets” revela que o continente africano demonstra um desempenho particularmente positivo a nível de investimentos, mas há grandes assimetrias nos resultados. Angola, a República Democrática do Congo e o Zimbabwe surgem nas últimas posições do índice. Apesar das recentes dificuldades sentidas nas principais economias dos países emergentes, […]


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A terceira edição do estudo “Emerging & Frontier Markets” revela que o continente africano demonstra um desempenho particularmente positivo a nível de investimentos, mas há grandes assimetrias nos resultados. Angola, a República Democrática do Congo e o Zimbabwe surgem nas últimas posições do índice.

Apesar das recentes dificuldades sentidas nas principais economias dos países emergentes, estes mercados mantêm-se como uma boa alternativa de investimento, indica a mais recente publicação “Emerging & Frontier Markets” divulgada pela Cushman & Wakefield.

A terceira edição do estudo “Emerging & Frontier Markets”, que inclui um índice de risco associado por país, discute a forma como, nos últimos 20 anos, o cenário da economia global se alterou, com os investidores a procurarem cada vez mais as elevadas taxas de retorno dos países emergentes.
Estes mercados também se tornaram particularmente atrativos para as empresas, que, desta forma, respondem à estagnação sentida nas economias mais maduras.

O continente africano demonstra um desempenho particularmente positivo. Fatores como uma classe média em franco crescimento, melhorias nas infraestruturas e avanços tecnológicos, aliados a um mercado imobiliário com crescente transparência, levaram a que metade das primeiras dez posições do índice seja ocupada por estados africanos.

Os resultados do índice de 2015 revelam uma manutenção do Botswana como o país mais atrativo para os ocupantes. Outros estados africanos que fazem parte do top 10 do índice são a Africa do Sul, o Gana, Marrocos e a Tunísia. De referir, no entanto, a grande diversidade do continente africano, pois Angola, a República Democrática do Congo e o Zimbabwe surgem nas últimas posições do índice. A situação frágil do mercado angolano percecionada por ocupantes e investidores tem tido efeitos negativos não só no próprio país, mas também em Portugal, tendo em conta a estreita relação económica entre ambos os países.

Embora o sudoeste asiático seja uma das regiões do mundo com o crescimento mais acelerado, com os VIP (Vietname, Indonésia e Filipinas) a registarem um desempenho económico muito positivo, os três países caíram no ranking em 2015, sendo as principais razões alterações nos regimes de propriedade, no caso do Vietnam e das Filipinas, e os custos de registo de propriedade, no caso da Indonésia.

OJE

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