Angola. Economia paralela representa 60%

Angola aumentou em 198% do número de contribuintes nos últimos quatro anos mas continua entre os níveis mais elevados na África subsaariana


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O peso da economia paralela em Angola é de 60%, valor que coloca o país na lista dos que registam os níveis mais elevados na África subsaariana, disse em Luanda fonte governamental.

Segundo a secretária de Estado das Finanças, Valentina Filipe, que discursava na abertura da Conferência Internacional sobre Tributação, importa inverter a situação, para o que é necessário reforçar as iniciativas de formalização da economia nacional em curso.

A governante sublinhou o papel preponderante da Administração Geral Tributária para a formalização da economia, destacando o aumento em 198% do número de contribuintes nos últimos quatro anos.

“Esta cifra mostra, de uma forma inequívoca, que estamos a caminhar na direção certa. O caminho a percorrer para atingirmos uma percentagem de contribuintes cadastrados que possamos considerar aceitável e sustentável, é ainda longo”, disse Valentina Filipe.

O Impacto Negativo da Informalidade na Receita Tributária foi um dos temas da conferência, apresentado pelo sul-africano Acha Leque da consultora McKinsey and Company.

Em declarações à agência Lusa, o conferencista disse que a informalidade – ou economia paralela, sem contribuições fiscais ou outras – é um problema que afeta 50% das economias dos países africanos, salientando tornar fácil o acesso à formalidade tem sido uma das estratégias adotadas para se reverter o quadro.

OJE

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