Ano letivo 2015/16. Mandarim chega às escolas e inglês é obrigatório já no 3º. ano

O reforço das línguas estrangeiras é, por assim dizer, a maior novidade neste regresso às aulas. O novo ano letivo 2015/16 arrancou formalmente na terça-feira da semana passada, mas a maioria das aulas começa hoje, segunda-feira. Este ano, o Ministério da Educação  e Ciência (MEC) deu liberdade aos estabelecimentos de ensino para que escolhessem a […]

O reforço das línguas estrangeiras é, por assim dizer, a maior novidade neste regresso às aulas. O novo ano letivo 2015/16 arrancou formalmente na terça-feira da semana passada, mas a maioria das aulas começa hoje, segunda-feira.

Este ano, o Ministério da Educação  e Ciência (MEC) deu liberdade aos estabelecimentos de ensino para que escolhessem a data, desde que se situasse entre 15 e 21 de setembro.
Para variar, 2015/2016 está a  arrancar sem o habitual drama da colocação de professores. A antecipação dos concursos, por um lado, e  o adiamento da abertura das aulas, pelo outro, permitiram efetuar as colocações dos professores a tempo e horas e sem  sem agitação como por norma aconteceu nos últimos anos.
Arrumado que está este sempre polémico processo, nos 812 agrupamentos do ensino básico e secundário espalhados pelo país são agora esperados 1,2 milhões de estudantes portugueses. E algumas novidades. A introdução do mandarim é uma delas.
No âmbito de um projeto-piloto do MEC, que envolve 23 escolas, os alunos do 10º ano dos cursos Cientifico-Humanísticos poderão escolher Mandarim, uma vez que a língua oficial da China passa a ser uma das opções de Língua Estrangeira III.
No que toca ao plano curricular é introduzida a disciplina de Inglês, que se torna obrigatória logo no 3.º ano de escolaridade. Outra alteração prende-se com a prova do 9.º ano que passa a contar para a nota final.
O ano 2015/2016 arranca também com as chamadas escolas municipais: 15 autarquias chamaram a si responsabilidades que até aqui eram do Ministério da Educação. Há, no entanto, muitas dúvidas sobre a forma como será implementado o processo de descentralização de competência.

Almerinda Romeira/OJE

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