PremiumAno marcado por quedas e novo foco na descarbonização

Mercado castigou decisão de fecho, mas analistas elogiam a descarbonização e veem recuperação nas ações depois de um tombo de 42% este ano.

“Tem de haver alguma desilusão quando os mercados se movem para trabalhar contra ativos específicos”, lamentou Jason Kenney, equity analyst do Santander, sobre a decisão da Galp de fechar permanentemente a refinaria de Matosinhos no próximo ano e focar as atividades de refinação e investimentos no complexo mais moderno de Sines.

A reação do mercado foi, no imediato, negativa, seguida de uma recuperação parcial. Na segunda-feira, dia do anúncio do fecho, as ações da Galp tombaram 5,78%, de 8,78 euros para 8,28 euros, antes de recuperarem em duas sessões até aos 8,65 euros.

Kenney explicou ao JE que como consequência do fecho haverá, no entanto, “uma redução de custos e uma reformulação das unidades de armazenamento para ainda garantir flexibilidade de abastecimento e otimização de comercialização de produtos para Portugal”.

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