António Feijó assume presidência da Fundação Gulbenkian a partir de maio

O Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa sucederá a Isabel Mota, que em maio chegará ao fim do seu mandato como presidente, não podendo ser reconduzida, tal como previsto nas normas da Fundação,  por ter atingido o limite de idade.

O Conselho de Administração Plenário da Fundação Calouste Gulbenkian, na sua reunião de hoje, elegeu, por voto secreto, António Feijó para seu Presidente, a partir de 3 de maio de 2022. O Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa sucederá a Isabel Mota, que em maio chegará ao fim do seu mandato como presidente, não podendo ser reconduzida, tal como previsto nas normas da Fundação,  por ter atingido o limite de idade.

António Feijó é Administrador não executivo da Fundação Calouste Gulbenkian desde 2018 e foi Diretor da Faculdade de Letras e é, atualmente, Pró-Reitor da Universidade de Lisboa e é diretor da Imprensa da Universidade de Lisboa.

Tem um PhD (Literatura Inglesa e Norte-Americana) Brown University; MA (Literatura Inglesa e Norte-Americana) State University of New York.

António Feijó tem publicações sobre tópicos de literatura inglesa, norte-americana e portuguesa, bem como traduções e versões dramatúrgicas (Shakespeare, Otway e Fernando Pessoa, entre outros).

Em 2015, publicou “Uma Admiração Pastoril pelo Diabo (Pessoa e Pascoaes)”, da Imprensa-Nacional Casa da Moeda. Em 2016, publicou uma versão levemente alterada da sua tradução de Hamlet, de Shakespeare. Em 2017 publicou, com Miguel Tamen, A Universidade como deve ser (Fundação Francisco Manuel dos Santos).

O futuro presidente da Gulbenkian comissariou exposições sobre literatura (Fundação Calouste Gulbenkian 2008) e Fundação Cupertino de Miranda (2018, em colaboração).

Foi também presidente do Conselho Geral Independente da RTP e é atualmente diretor Não-Executivo da Fundação da Casa de Mateus.

 

 

Recomendadas

Premium“O desenho pode ser um ponto de partida para começar uma coleção”

“Os portugueses conhecem os seus artistas, respeitam-nos e valorizam-nos”. Palavra de curadora, que é também diretora da única feira dedicada ao desenho em Portugal. Mónica Álvarez Careaga fala ao JE na identidade muito própria da Drawing Room Lisboa e da sua crescente “portugalidade”, que considera ser o reconhecimento de “várias gerações de excelentes artistas” portugueses.

PremiumSom harmonioso

Desenvolvido em segredo, o Co-Axial Master Chronometer Calibre 1932 é o primeiro movimento de relojoaria do mundo a fundir as funções de cronógrafo e de repetidor de minutos, necessitando do seu próprio “cérebro” mecânico para fazer soar o tempo decorrido.

PremiumSobre a necessidade de reinvenção de um continente no século XXI

Uma reportagem recente de um consórcio nacional de jornalistas trouxe para a luz do dia a existência de um número verdadeiramente assustador de elementos das forças de segurança portuguesas que não honram a farda, semeando o ódio, incentivando à violência e demonstrando um feroz racismo, quer contra cidadãos de etnia cigana, quer contra negros.
Comentários