PremiumApp para subscrever certificados ainda não saiu do papel

A ideia foi lançada há quatro anos pelo Governo, mas continua sem se materializar. IGCP garante que faz parte dos seus planos, num período de corrida aos certificados de aforro perante os juros baixos dos depósitos.

As taxas de juro perto de zero dos depósitos estão a ditar uma corrida aos produtos de poupança do Estado, nomeadamente aos certificados de aforro. É uma alternativa mais rentável para quem quer colocar o dinheiro a render, mas que continua a afastar os mais jovens pela complexidade do processo. É por isso necessário avançar com a criação de uma aplicação móvel, diz a Deco Proteste – uma ideia que o Governo lançou há quatro anos, mas que continua sem sair do papel.

A gestora de dívida pública, o IGCP, garante que “se enquadra nos seus objectivos”. “Os certificados de aforro são um produto que tem mais de 50 anos” e “faz todo o sentido, até para renovar o interesse deste produto e captar novos aforradores, que se vá adaptando ao tempo, e isso pode passar pela criação de uma aplicação” para smartphones, afirma António Ribeiro, especialista em assuntos financeiros da Deco Proteste, ao NOVO.

Leia o artigo na íntegra na edição do NOVO que está, este sábado, dia 12 de novembro, nas bancas.

Recomendadas

Revolut nomeia Elisabet Girvent para responsável de vendas em Espanha e Portugal

O seu objetivo passa por continuar a expandir os serviços da Revolut Business na região. A Revolut Business é o serviço bancário empresarial da Revolut. Esta solução encontra-se em funcionamento desde 2017 e foi concebida para atender às necessidades de start-ups, PME familiares e grandes empresas tecnológicas.

Noção de mercados emergentes na banca está morta, diz Mckinsey. Ásia concentra crescimento

Os bancos na Ásia-Pacífico podem ganhar com uma perspectiva macroeconómica mais forte, enquanto que os bancos europeus enfrentam uma perspectiva mais sombria. “No caso de uma longa recessão, estimamos que a rendibilidade dos bancos a nível mundial possa cair para 7% até 2026 e para baixo dos 6% nos bancos europeus”, diz a Mckinsey.

Morgan Stanley avança com corte de 1.600 empregos

A redução de quadros, dada em primeira-mão pela “CNBC”, afetou cerca de 1.600 dos 81.567 empregados da instituição financeira e tocou a quase todos os cantos do banco de investimento global. O banco está a seguir os seus concorrentes no restabelecimento de um ritual suspenso durante a pandemia: a saída anual de pessoas com fraco desempenho.
Comentários