Apple foca-se no combate ao HIV

A Apple é a empresa que mais contribui para o Fundo Global que combate não só a sida, mas também a malária e tuberculose.

Eduardo Munoz/Reuters

O Dia Mundial da Sida, a 1 de Dezembro, coincide com o 10º aniversário da Red, a organização de caridade criada por Bono e Bobby Shriver com o objetivo de combater a doença. A sua missão imediata é criar uma geração livre de sida até 2020.

A Apple é a empresa que mais contribui para o Fundo Global que combate não só a sida, mas também a malária e tuberculose.

Só para a Red, especialmente focada no HIV, a Apple contribui com 120 milhões de dólares, quase um terço do total que a organização contabiliza.

“Estamos a conseguir trazer um nível incomparável de consciência para a sida e para a luta contra ela. Temos um número sem precedente de pontos de contato onde os clientes podem participar nesta luta. Estamos orgulhosos de nos últimos 10 anos termos impactado positivamente 70 milhões de vidas, e hoje há mais de 18 milhões de pessoas em medicamentos anti-retrovirais (ARV) como resultado dos nossos esforços”, afirmou hoje Tim Cook, CEO da Apple, ao The Independent.

“Há dez anos atrás, havia 1.200 bebés a nasceram por dia com HIV, esse número caiu para 400. Portanto, houve um grande progresso, mas ainda temos trabalho a fazer para chegar a uma geração sem sida até 2020.”

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