Arte. Investimento na senda da incerteza

O abrandamento da economia chinesa traz um grande número de investidores a este mercado.


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A compra de obras de arte tem sido uma das escapatórias em tempos de ansiedade para muitos investidores, que consideraram um valor de refúgio. O surgimento dos designados novos ricos chineses disparou a cotação de um mercado que corre o perigo de ressentir-se em consonância com o abrandamento dos novos mecenas.

A arte, como indicam os peritos de investimento, é um ativo que goza de solidez mas nem tudo vale. No estudo “The global art market: perspectives on current drivers & future trends, um dos primeiros conselhos ao investidores é que não compre uma obra de arte que não gosta.

O documento assinala que o forte crescimento que se fez sentir no mercado mundial da arte nos últimos anos, não se manterá “sólido”, pelo que irá transitar por caminhos mais equilibrados ainda que não “crescentes”. A razão desta perspetiva em baixa é que as fontes de crescimento que se fizeram notar desde o início do século, podem não ser tão duradouras como muitos observadores defendem.

OJE

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