As incertezas da Vida

É urgente mudar e voltar a ser feliz. Quando nascemos estamos perante uma miríade de oportunidades. Se assumirmos um comportamento saudável seremos felizes, realizados, construtores e inovadores. Na nossa família é altura de anular os fatores de risco e programar uma vida plena de harmonia e de bem-estar. Não é difícil! Basta querer! O nosso corpo e a nossa mente em uníssono são o nosso maior desafio. A felicidade constrói-se em cada ato, cada momento, em cada suspiro e em cada olhar. Não necessitamos de drogas para ser felizes, mas sim de amor, de paz e de saber. A vida pode perder-se num momento, mas com saúde a vida será mais plena e mais saborosa.

A vida é um bem precioso e intemporal. Ao nascer é-nos dada a oportunidade de criar, inovar, construir, destruir numa amálgama infernal de causas e efeitos. A nossa carga genética dá-nos um contexto orgânico, o qual pode ser e deve ser adaptado, de acordo com o ambiente físico e humano que nos rodeia e nos orienta.

A primeira oportunidade é estimada num conceito de “esperança de vida” de 8 décadas.

O que fazer com esse bem durante o nosso período de vida terrena?

A sociedade determina uma série de requisitos sociais, ditos “de referência”: família, trabalho e felicidade.

No cerne dessa filosofia de vida está o conceito de “saúde”. Este é o motor de todas os nossos encantos e desencantos. A Saúde é fundamental para tudo e para todos.

A Saúde determina a felicidade, a qualidade, o bem-estar social e o sentimento de realização humana.

O que fazer para ter a Saúde que merecemos, como seres individuais e coletivos?

Sabemos que 90% de todas as doenças tem como causa “os fatores de risco” identificados há longos anos: tabaco, álcool, vida sedentária, gorduras, açúcar, sal, drogas ilícitas, comportamentos sexuais…

A assunção de comportamentos de risco é um ato voluntário e consciente, pois a informação sobre a sua perigosidade e os seus malefícios é de conhecimento público.

Porque assumimos comportamentos de risco que causarão mais cedo ou mais tarde doença, ou perda de saúde?

Hoje a Vida decorre a uma velocidade infernal. Num dia vivemos vários dias recheados de stress, de decisões, de atitudes, de conflitos, de dissabores, de momentos, de…

O ser humano não está preparado organicamente para viver com essa intensidade individual e societal. A vida decorre em função da materialidade. O aspeto espiritual e mental desapareceu no clicar de um dispositivo. Cada momento é vivido num instante. Vivemos numa “Geração Instagram”.

Esta necessidade de ser aceite digitalmente pelos outros deu origem à perda de individualidade e ao esquecimento do “eu”. Assim, a saúde deixa de ser importante como bem individual e passa a ser algo que os outros, a sociedade, deve assumir como responsabilidade partilhada.

O ser humano aceita e assume os fatores de risco como algo decorrente do mundo atual, como uma necessidade e um requisito para manter sob controle a “intensidade atual da vida”. Sabe que esses comportamentos vão originar a doença, a infelicidade, a destruição do núcleo familiar, um fim de vida precoce e doloroso.

Delega no Estado a responsabilidade de dispensar os meios económico-financeiros para resolver as doenças por si causadas. O Estado passa a ser um “Pai de filhos malcomportados”. A desresponsabilização individual assumida pelas pessoas é facilitadora de doença e consequentemente reduz a produtividade da sociedade e do País.

O que fazer para mudar comportamentos individuais e societais?

Sabemos o que nos mata mais cedo, conhecemos os desenvolvimentos tecnológicos na área da saúde, vivemos à velocidade da luz e morremos mais tarde rodeados de máquinas numa solidão visceralmente atroz.

Perdemos muitos anos de vida saudável agarrados a um cigarro, a uma bebida, a uma droga. Estas são as únicas companheiras de uma vida vazia.

É urgente mudar e voltar a ser feliz. Quando nascemos estamos perante uma miríade de oportunidades. Se assumirmos um comportamento saudável seremos felizes, realizados, construtores e inovadores.

Na nossa família é altura de anular os fatores de risco e programar uma vida plena de harmonia e de bem-estar.

Não é difícil! Basta querer!

O nosso corpo e a nossa mente em uníssono são o nosso maior desafio. A felicidade constrói-se em cada ato, cada momento, em cada suspiro e em cada olhar.

Não necessitamos de drogas para ser felizes, mas sim de amor, de paz e de saber.

A vida pode perder-se num momento, mas com saúde a vida será mais plena e mais saborosa.

A responsabilidade individual na gestão da saúde é o “fator crítico de sucesso” necessário para aumentar o número de anos de vida saudável.

Vamos mudar o fantasma dos “fatores de risco” e viver cada momento como se fosse um instante “Instagram” de plena felicidade individual e coletiva.

Vamos saborear cada segundo. Vamos ser felizes!

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