As nossas sugestões para este Natal

A equipa do Jornal Económico preparou um conjunto de sugestões para o seu Natal. Leia as nossas sugestões, das melhores séries às experiências, sem esquecer os gadgets e os relógios.

O mal amado

Último filme português proibido pela censura do Estado Novo, estreando logo a seguir à revolução de 25 de Abril e sendo agora lançado em DVD pela Academia Portuguesa de Cinema, “O Mal Amado” deixou marca há mais de meio século pela cena em que Inês (Maria do Céu Guerra) força o amante, João (João Mota), a vestir a farda do irmão que voltou da Guerra do Ultramar num caixão.

A longa metragem de Fernando Matos Silva, com argumento do escritor e jornalista Álvaro Guerra, é um fresco de um Portugal em transformação, ainda marcado pela ditadura mas cheio de jovens “subversivos” nas ruas e de mini-saias mais curtas do que o país de brandos costumes estava habituado. E com o foco num futuro ainda distante. “A Informática vai de progresso em progresso”, ouve-se na última cena, por entre o ruído ensurdecedor da impressora ligada ao enorme computador alimentado por cartões perfurados.

 

Clint eastwood – 35 films, 35 years

Uma carreira tão extensa e tão rica como a do ator, argumentista e realizador norte-americano Clint Eastwood dificilmente poderá ser confinada dentro de uma caixa, mas esta edição de luxo faz o possível por agregar os grandes momentos da sua colaboração com a Warner Brothers. Do filme de guerra “O Desafio das Águias” (1968) até “Invictus” (2010), a caixa inclui 35 DVD com filmes que ele fez inesquecíveis, atrás ou à frente das câmaras – acumulando na maior parte dos casos –, além de um 36.º DVD em que o já falecido crítico Richard Schickel revê a vida e obra do veterano de Hollywood no filme “The Eastwood Factor”. Entre os 35 filmes há de tudo um pouco, coexistindo o detetive ultraviolento Dirty Harry de “A Fúria da Razão” (1971) e suas sequelas com o cowboy Josey Wales de “O Rebelde do Kansas” (1976). Também no Velho Oeste, enquanto pregador de pistola na mão, Clint aparece em “Justiceiro Solitário” (1985), regressando à vida militar em “O Sargento de Ferro” (1986). A coleção que servirá de excelente prenda de Natal para cinéfilos engloba obras-primas já um pouco esquecidas, como a biografia do mestre do jazz Charlie Parker em “Bird – Fim do Sonho” (1988) ou “Caçador Branco, Coração Negro” (1990), dessa vez enquanto realizador e protagonista, no papel de John Wilson, um cineasta baseado em John Huston que põe em risco uma rodagem em África devido à sua obsessão por safaris. Na caixa “Clint Eastwood – 35 Films, 35 Years” não faltam momentos mais insólitos da sua carreira, como “Cadillac Cor-de-Rosa” (1989) e “Rookie – Um Profissional do Perigo” (1990), mas para o final ficam alguns dos maiores exemplos da mestria de Eastwood: nos mais diversos registos sucedem-se “Imperdoável” (1992), “Um Mundo Perfeito” (1993), “As Pontes de Madison County” (1995), “Mystic River” (2003) ou “Gran Torino” (2008).

 

O Irlandês

Ainda a pandemia não tinha esvaziado as salas de cinema e já a Academia de Hollywood deixava muito claro que algo estava a mudar na sétima arte, visto que dois nomeados para o Óscar de Melhor Filme tinham sido feitos para a Netflix: “O Irlandês” e “Marriage Story”. Acabaria por ser o sul-coreano “Parasitas” a sair vencedor em Los Angeles, mas nem assim se deve ignorar que é possível levar para casa o “O Irlandês”, novo monumento cinematográfico em que Martin Scorsese disseca a realidade do crime organizado nos Estados Unidos. Desta vez é a história de Jimmy Hoffa, o sindicalista cujo paradeiro é desconhecido desde 1975 (foi declarado morto em 1982), interpretado por Al Pacino, mas o protagonista é outro “monstro sagrado” de Hollywood: Robert De Niro tem o papel de Frank Sheeran, um camionista que pôs em prática aquilo que aprendeu na II Guerra Mundial como assassino a soldo de uma família mafiosa de Filadélfia.

Ao longo de 209 minutos, enquanto o monumental “Tudo Bons Rapazes”, estreado em 1990, não passava de 145, Martin Scorsese volta a mostrar como negócios, política e execuções à queima-roupa combinam bem, e junta mais um elenco de luxo em que De Niro e Pacino são acompanhados por Joe Pesci, Ray Romano, Bobby Canavale, Anna Paquin (como filha de Sheeran) e Harvey Keitel, enquanto Jack Huston interpreta o procurador-geral Robert Kennedy. Para quem não tiver acesso ao streaming da Netflix existe uma edição em DVD e Blu-Ray da Criterion Collection disponível através da Amazon.

 

Chernobyl

Para aqueles que ainda não têm acesso ao streaming da HBO Portugal, tendo devorado com choque e pavor as cinco horas e meia que reconstituem o desastre na central atómica de Chernobyl e as suas consequências dramáticas, só pioradas pela tentativa de esconder o sucedido levada a cabo pela União Soviética, a edição em DVD da mini-série é a oportunidade para não perder um dos fenómenos televisivos dos últimos tempos. Vencedora de Globos de Ouro e de Emmys, a produção da HBO e da Sky vê-se como um documentário ao longo de cinco episódios, numa reconstituição próxima da perfeição de um pesadelo que marcou para sempre a vida de milhões. Com argumento de Craig Mazin, inspirado nos depoimentos recolhidos pela Nobel da Literatura Svetlana Alexievich no livro “Vozes de Chernobyl”, a série arranca com o suicídio de Valery Legasov (Jared Harris), o responsável pela investigação do acidente no reator 4, depois de esconder gravações no seu austero apartamento de Moscovo, precisamente dois anos depois do acontecimento do ano de 1986. Segue-se o terror de trabalhadores e bombeiros enviados para uma morte lenta, certa e cruel por burocratas de um regime ainda mais obsoleto do que a tecnologia que julgava ser capaz de dominar o átomo e acabou por ver-se dominada por ele.

 

Mais cor em casa

O sistema de iluminação Philips Hue é um must-have da decoração contemporânea e um gadget que tem agradado a pais e filhos por ser totalmente personalizável por telemóvel e assistente pessoal (Siri, Alexa…). É possível escolher a cor que pretende ter num certo momento numa determinada divisão da casa e, assim, criar um ambiente diferente para cada ocasião (rotineira ou especial), como as horas de leitura, de cinema ou mesmo nas tardes ou noites de celebração. A luz define a atmosfera: relaxamento ou diversão. Se há alguns anos oferecer lâmpadas no Natal estaria completamente fora dos planos – arrisco a dizer que poderia levar ao súbito desaparecimento do contacto desse familiar/amigo da nossa lista telefónica – hoje em dia, um sistema de iluminação é uma oferta premium, sobretudo se tiver dificuldades em adormecer ou se os mais novos andarem a pedir luzes led com as quais são inundados nas redes sociais. Num ano em que a casa adquiriu uma importância peculiar, sobretudo para quem está em teletrabalho desde março, esta pode ser uma forma de sentir que, mais do que uma empresa em casa, continua a ter um lar. Há kits na ordem dos 70 euros e outros que atingem os 170 euros.

 

Telemóvel com segundo ecrã rotativo

O LG Wing é um dos smartphones mais recentes no mercado português, o que desde logo o torna mais apetecível. Criado pela tecnológica sul-coreana LG, este é o primeiro equipamento da sua “Explorer Project”, a estratégia da marca que pretende dar novos horizontes à indústria mobile (e abandonar de vez a imagem de empresa de eletrodomésticos). É verdade que esse facto pode não lhe dizer muito na hora de oferecer um presente, mas é também o primeiro telemóvel do mundo com um segundo ecrã oculto e rotativo, que pode ser utilizado de maneiras distintas. Na prática, os utilizadores podem alternar, em qualquer momento, entre os modos rotativo e básico para adaptar o telefone às suas necessidades instantâneas. No rotativo, toda a frente gira sobre si num ângulo de 90 graus, formando um “T” entre o ecrã principal (em modo paisagem) e o secundário, que em 3,9 polegadas oferece um conjunto de novas formas de interação em termos imagem, som, gaming e utilização multifunções – particularmente importante nas horas em que o telemóvel é a sua única ferramenta de trabalho. O telemóvel foi lançado em exclusivo na Worten e encontra-se disponível em Portugal desde o passado dia 1 de dezembro por 1.099,99 euros.

 

Tecnologia anti bactérias

Um purificador de ar é a oferenda ideal para pais, cunhados ou familiares e amigos que tenham bebés ou crianças em casa. Como eliminam ácaros, bactérias, fungos, pólen, alérgenos de animais domésticos e outros microrganismos, têm sido cada vez mais utilizados nos quartos dos mais novos. Estes equipamentos sugam o ar da divisão onde se encontram, filtram poluentes e voltam a libertar o ar (mais) limpo – sem impactar muito a decoração do espaço. O Xiaomi Mi Air Purifier Pro é um dos modelos mais modernos, tem 66 Watts de potência e está apto para trabalhar em áreas até 60 metros quadrados com uma taxa de entrega de ar limpo (CADR) de 500 m³/h. O aparelho conta com ajuste automático do brilho, um sensor de partículas de alta precisão e o brilho pode ser ajustado através de uma aplicação, de forma a não perturbar o sono. O preço ronda os 200 euros.

 

PlayStation 5

A consola mais famosa do mundo não é e, muito dificilmente alguma vez será, démódé. A Sony garante que este é um equipamento de nova geração, que dá o pontapé de saída para uma nova era nos videojogos. Disponíveis em Portugal há menos de um mês, as duas versões da PlayStation 5 utilizam o mesmo processador com CPU e GPU integrados para gráficos de até uma resolução 4K, tecnologia de áudio a três dimensões e comando sem fios e com sensores hápticos chamado “DualSense” (que vem substituir o “DualShock 4”). É a tecnologia no sapatinho para todas as idades. A edição digital da PlayStation 5 custa 399,99 euros, enquanto a versão com a unidade de disco Blu-Ray Ultra HD tem o valor de 499,99 euros (mas a única diferença entre ambas é a unidade de disco Blu-Ray Ultra HD).

 

Pagamento rápido

Vivemos numa época de grandes mutações. Sociais e tecnológicas. E isso reflecte-se no mundo da relojoaria, cada vez mais atenta a estas novas necessidades, especiamente quando se quer pagar algo de forma rápida. É assim que a Swatch lançou em Portugal uma nova linha de relógios que permite ao utilizador fazer pagamentos de compras nas lojas via contactless – são os novos modelos SwatchPAY! – que, neste caso, tem como parceiro bancário a Caixa Geral de Depósitos. Estes SwatchPAY!, dentro do conceito muito próprio dos relógios da marca, podem ser utilizados com as mesmas regras de contactless no nosso país, em todos os terminais de pagamentos habilitados para este serviço, não necessitando da introdução de Pin até aos 50 euros. Basta assim aproximar o relógio do terminal, substituindo-se asim a necessidade de utilização física do cartão de débito ou mesmo o telemóvel para efectuar os pagamentos. Os cinco modelos SwatchPAY! Estão disponíveis com preços entre os 85 e os 105 euros, e podem ser adquiridos nas lojas físicas e online da Swatch e nas agências e canal digital da CAixa Geral de Depósitos. Equipado com um chip NFC localizado por baixo do mostrador do relógio, o SwatchPAY! permite aos seus portadores realizar pagamentos de uma forma segura e conveniente, fazendo-o apenas com um simples rodar de pulso. Para tal, os clientes devem escolher um dos modelos SwatchPAY! Disponíveis em Portugal, ter uma conta aberta na Caixa Geral de Depósitos com cartão de débito, crédito ou pré-pago associado, e proceder à activação do relógio, de uma forma simples e rápida, em várias lojas seleccionadas (https://shop.swatch.com/pt_pt/ collections/swatchpay-c111.html). Estão disponíveis cinco modelos diferentes do SwatchPAY! O BBNYTE PAY!, o OnGPAY!, o BLACKBACK PAY!, o MAGIC PAY! e o CHIC PAY!.

Refira-se que nestes modelos, e como não poderia deixar de ser, a segurança é um elemento central no SwatchPAY!, sendo possível, através da SwatchPAY! App by wearonize, definir várias funcionalidades de segurança, como consulta de movimentos, bloqueio em caso de roubo ou dissociação do cartão. Ao contrário dos Smartphones, os novos SwatchPAY! não requerem qualquer bateria para realização de pagamento, tornando-os mais flexíveis e duráveis por comparação a outros métodos. Como todos os relógios Swatch, estes modelos são também resistentes à água até uma profundidade de 30 metros. Este inovador serviço de pagamentos digitais da Swatch foi introduzido pela primeira vez na China em 2017, chegando em 2019 à Suíça, e estando hoje disponível em 7 países. No fundo estes modelos recentes da Swatch demonstram que a indústria suiça está cada vez mais atenta e presente no sector tecnológico de ponta, numa fase em que a concorrência nesse segmento é extremamente agressiva. Estes modelos Swatch, dentro do seu espírito descontraído e casual, são uma aproximação sedutora a este novo mundo digital.

 

Quem quer ir jantar fora no dia 24 e no dia 31? O Seen tem um menu especial

Depois do anúncio das medidas do Governo para o Natal e Passagem de Ano, num contexto de pandemia, não faltaram restaurantes a desenhar menus especiais para as duas épocas festivas.

Foi o caso do Restaurante Seen, do Chefpreneur Olivier localizado no 9º piso do nº 185 da Avenida da Liberdade.
O restaurante com decoração Art Déco, com DJ residente e um bar de 360 graus com uma vista deslumbrante sobre Lisboa, apresentou em primeira mão o menu de Natal e o da Passagem de Ano.

Quanto aos horários já se sabe que é das 19h até à 1h, no dia 24 e no dia 31. Isto se as regras se mantiverem quando o primeiro-ministro voltar a falar ao país no próximo dia 18, o que vai depender da evolução da pandemia.

Se quiser passar uma noite de Natal diferente neste novo normal em que vivemos, no Seen há um menu de 90 euros para o dia 24 de dezembro que inclui caviar e salmão fumado, como entrada; um Black Cod (peixe) com puré de aipo e maçã verde, farofa de broa, ervilha torta e chalota confitada e um Cabrito ao Forno, que mais não é do que um pernil de cabrito assado acompanhado com estufado de castanhas e cogumelos e um “arroz rico”.

Para sobremesa surgem as tradicionais rabanadas Seen, um mil-folhas de Bolo de Rei, Queijo da Serra com figos e fruta laminada.

Este repasto não inclui as bebidas, que terão de ser escolhidas por cada um.

Para se despedir deste ano fatídico, nada melhor do que um restaurante cozy, com uma vista fantástica sobre Lisboa. Para a passagem de ano o menu do Seen inclui todas as bebidas e ainda o tradicional champagne das 12 badaladas. Mas o menu eleva-se agora para 290 euros.

O que oferece o Seen na passagem de ano? Desde logo, para entrada, o emblemático Taco Seen de peixes do dia marinados com guacamole, maionese japonesa, ovas de peixe, nori e romã. Mas também o Toro Caviar Niguiri que é composto por barriga de atum, caviar e flocos de ouro.

Também na lista de entradas para partilhar têm o Niguiri New Style que é de salmão, gengibre confitada, togarashi e raspa de lima. Para picar o Seen leva ainda para o menu os croquetes de cordeiro com molho campanha, rebentos de coentro e cebolinho e um carpaccio de polvo com mostarda de dijon, manga e mel.

Como pratos principais, o menu da Passagem de Ano, oferece umas Vieiras Seen com puré de couve-flor, maça verde, cherovias (também conhecido por pastinaca) e presunto desidratado.

O prato de carne é igualmente sofisticado, o Wagyu Demoniac Rib Eye Steak (400 gr para partilhar) também com puré de couve-flor, maçã verde, cherovias e presunto desidratado.

Como sobremesa o Seen apresenta o Baked Alaska, um gelado praliné e toffee com rum 69%.

Tudo isto regado como uma lista de vinhos, espumantes e champagne. A lista inclui o São João Bruto Espumante para as entradas; o vinho branco Monte da Ravasqueira para acompanhar o prato de peixe; o vinho tinto Meandro de Vale Meão, para a carne; o vinho fortificado Carcavelos para a sobremesa; e o champagne Perrier-Jouët Grand Brut para o brinde da meia-noite.

O conceito do Seen vem do outro lado do oceano Atlântico. É em S. Paulo, no 23º andar do Tivoli Mofarrej, que vive o espaço-irmão do Seen Lisboa. A receita de sucesso foi criada em exclusivo pelo chefpreneur Olivier que, tirando partido da vista panorâmica sobre Lisboa e recorrendo à singular linha estética dos anos 30, o arquiteto Sidney Quintela, do atelier SQ Architectos e Associados, criou um espaço que respira Art Déco, apostando em materiais nobres e característicos da época, como a madeira, o latão, o veludo e tecidos com padrões únicos.

 

Caffè di Marzano para os brunchs dos fins de semana

Situado no Largo Rafael Pinheiro Bordalo, em Lisboa, no Chiado, o Caffè di Marzano é o sítio ideal para os brunchs nas manhãs do fim de semana que, com o recolher obrigatório, acabam às 13 horas. Não faltam os ovos escalfados em torrada com molho hollandaise, nas versões Benedict; Florentine; Royale (com salmão); ou com abacate. O menu inclui a italiana Frittata, os ovos mexidos em pão bio caseiro tostado e os ovos no forno com espinafres, cogumelos e tomate-cereja. A boa notícia é que os preços de cada um destes pratos andam entre os cinco euros e os 8,5 euros. No pequeno almoço o menu inclui a papa de quinoa e coco, com mel, laranja, e amêndoa tostadas; e a granola com frutas e iogurte. Para além dos tradicionais croissants; french toast e torradas com vários toppings como manteiga, salmão, abacate, ovo escalfado. Brunch que se preze tem de ter panquecas e o Caffè di Marzano não desilude. Tem as panquecas clássicas com xarope de acér; banana caramelizada e canela; e com mirtilos azuis e compota caseira. Por último encontra o pão italiano foccacia feito na casa, que acompanha com queijo, fiambre, presunto, mozzarella, entre outros. No que toca às bebidas a lista é vasta e vai desde a cafetaria tradicional, ao café gelado, ao chocolate quente, aos sumos de fruta prensados a frio e aos smoothies. Também não faltam os chás, os brunchs cocktails e a carta de vinhos caso se aventure a acompanhar o brunch com álcool.

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