Associação. Pessoas@2020 nasce para colocar o capital humano na agenda dos decisores

O OJE conversou com Manuel Sousa Antunes, coordenador de pessoas@2020. Lançada por gestores, empresários, consultores e formadores, a plataforma visa colocar as pessoas no topo da agenda de quem decide nas empresas, na economia e na política. Será apresentada dia 22. O projeto Pessoas@2020 será apresentado a 22 de outubro, na sede da Microsoft, em […]


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

O OJE conversou com Manuel Sousa Antunes, coordenador de pessoas@2020. Lançada por gestores, empresários, consultores e formadores, a plataforma visa colocar as pessoas no topo da agenda de quem decide nas empresas, na economia e na política. Será apresentada dia 22.

O projeto Pessoas@2020 será apresentado a 22 de outubro, na sede da Microsoft, em Lisboa. Seguir-se-ão outras iniciativas que visam agitar águas no setor dos Recursos Humanos, fundamental para a competitividade do país. Na linha de partida, Manuel Sousa Antunes, presidente da CRHLP – Confederação dos Profissionais de Recursos Humanos dos Países de Língua Portuguesa, promotor da ideia admite disputar as eleições da APG em 2016.

Como nasceu a ideia de criar a plataforma pessoas@2020 e quem a ela está associado?

O Pessoas@2020 resulta da vontade de um grupo alargado de gestores, empresários, consultores, formadores e cidadãos no sentido de colocar o capital humano definitivamente no topo da agenda dos decisores organizacionais, políticos e económicos em Portugal.

Com que meios avança e que objetivos visa?

Sendo um movimento informal e independente de profissionais, aberto à participação de elementos de todos os quadrantes, avança com a disponibilidade, vontade e o sonho de todos no sentido de promover o desenvolvimento e reconhecimento dos profissionais que gerem pessoas, potenciando a gestão estratégica de Recursos Humanos como fator essencial da criação de valor nas organizações.

A plataforma pessoas@2020 visa refletir sobre as novas tendências dos RH. Que tendências?

Pretendemos refletir, mas, fundamentalmente, agir e fazer acontecer, contribuindo para: Posicionar a função RH como parte do negócio; Incrementar o prestígio e influência do profissional RH no contexto organizacional; Disseminar as melhores práticas organizacionais em termos de gestão das pessoas, nomeadamente ao nível das pequenas e médias empresas e Incentivar a compatibilização entre sustentabilidade dos negócios e gestão de pessoas.

Que novos rumos se perspetivam na gestão das pessoas no contexto atual de globalização do mercado de trabalho?

Tendo em conta os tempos de grande incerteza e transformação porque passamos e, previsivelmente, continuaremos a passar à escala global, bem como a adaptação do Homem, enquanto pessoa e profissional, à voracidade da evolução tecnológica, há/haverá uma necessidade premente das organizações deterem profissionais à altura. Para tal, torna-se necessário desenvolvê-los, mas, sobretudo, trazê-los motivados e felizes. Orientá-los tendo em conta objetivos claros e partilhados, concedendo-lhes espaço para libertarem a criatividade e construírem equipas altamente funcionais.

É quase ciência…

Sim… Os estudos comprovam que a gestão de recursos humanos tem influência direta nos resultados financeiros das organizações e que as empresas com melhor performance são aquelas que mais investem nos seus colaboradores. Logo, as prioridades na gestão RH passam, e continuarão a passar, pela gestão do talento e pela liderança, ou seja, as organizações terem as melhores pessoas e terem quem verdadeiramente lidere, não se limitando a gerir.

Gerir é uma coisa, liderar outra.

Efetivamente, a gestão está relacionada com questões operacionais. Já a liderança envolve visão, levar as pessoas a acompanhar-nos em determinada direção. E isto está relacionado com o compromisso, que terá de ser um dos principais fins daqueles que comandam os destinos das organizações. Quanto mais estivermos comprometidos, melhor o desempenho dessas organizações.

Voltando às tendências…

Por fim, diria que há que ter em atenção as novas formas de trabalho, a conciliação da tecnologia com a individualidade (geração Z de nativos digitais, contemporâneos do surgimento da web; versus gerações X e “babyboomers” em permanente adaptabilidade ao “status quo”) e a compatibilização destas gerações em ambiente organizacional.

Há utilidade prática na plataforma para as pessoas trabalhadoras, em geral?

Sim, assumimos que pretendemos fazer da Associação representativa dos profissionais RH portugueses a referência nacional nas áreas do conhecimento, inovação e boas práticas em matéria de capital humano. Iremos, por isso, disputar as eleições da APG em março de 2016.

Por Almerinda Romeira/OJE

Recomendadas

PremiumOCDE deixa quatro recados a Portugal, do PRR ao orçamento

A OCDE está menos otimista do que estava no verão quanto à evolução da economia portuguesa no próximo ano, tendo revisto em baixa a previsão de crescimento do PIB. Aproveitou também para alertar para a importância do PRR e da consolidação orçamental.

OE2022: Segurança Social regista excedente de 3.358 milhões de euros até outubro

A receita da Segurança Social aumentou em 9,1% e atingiu os 28.387,7 milhões de euros até outubro, enquanto a despesa caiu 0,5% para 25.030,1 milhões de euros, de acordo com a síntese divulgada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).

PremiumBCE e Fed avaliam peso da subida de juros e ritmo pode abrandar nas próximas reuniões

As atas das mais recentes reuniões de política monetária na zona euro e EUA mostram uma preocupação de ambos os bancos centrais com o abrandamento da economia, dando esperanças de subidas menos expressivas dos juros nos próximos meses, embora os sinais neste sentido sejam mais fortes do outro lado do Atlântico.