PremiumAssociações pedem redução na carga fiscal para a habitação

Responsáveis consideram que o Governo tem de meter “as mãos na massa” para colocar mais oferta de casas no mercado e garantir uma maior agilização da burocracia nos licenciamentos, para responder à subida dos preços das matérias-primas e da energia.

Encurtar os processos de licenciamento, criar condições para trazer mais oferta de habitação para as famílias de classe média, mas sobretudo reduzir a carga fiscal. Estas são três das principais medidas que as associações ligadas aos sectores da construção e imobiliário querem ver implementadas, se possível já a partir do Orçamento do Estado para 2023, para responder ao aumento dos custos.

“O impacto do forte aumento dos custos de construção estará diretamente ligado ao preço que os portugueses pagarão pela sua casa em Portugal. Se nada for feito, será o cliente final, o cidadão português que compra a sua casa, que cobrirá este incremento. E isso é, deveras, alarmante”, refere, em declarações ao Jornal Económico (JE), Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII).

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