Paris. Governo confirma 2 portugueses mortos

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelo menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.


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O secretário de Estado das Comunidades negou hoje a existência de uma terceira portuguesa morta nos atentados de Paris na sexta-feira, salientando que até domingo à noite estavam apenas confirmadas duas vítimas mortais portuguesas: um homem, de 63 anos, que transportara três passageiros para o Estádio de França, e uma luso-descendente, de 35 anos de idade, que assistia ao concerto dos Eagles of Death Metal, na sala de espetáculos Bataclan.

Além das vítimas mortais, há a registar quatro feridos de nacionalidade portuguesa e não cinco como inicialmente noticiámos.

O secretário de Estado das Comunidades disse ainda que não tem informação de que haja portugueses desaparecidos.

“Não temos informação sobre portugueses desaparecidos. O problema é que as pessoas estão a basear-se em informações que estão a circular na Internet e que ninguém sabe quem as colocou lá. Em boa verdade, estes nomes não estão completos. Fala-se de um tal Julien e um Cédric, mas ninguém sabe exatamente quem eles são. Isto cria algum alarmismo nas pessoas”, frisou o secretário de Estado, citado pela agência Lusa.

De acordo com o último balanço feito pelos hospitais, das 415 pessoas que foram atendidas nos hospitais após os ataques, pelo menos 42 feridos continuavam no domingo à tarde em vigilância intensiva em unidades de reanimação.

Os ataques ocorreram sexta-feira à noite em sete locais da cidade de Paris, entre eles uma sala de espetáculos (Bataclan) e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha, com a presença do chefe de Estado francês, François Hollande.

O primeiro dos autores dos ataques de Paris a ser identificado pela polícia, Ismael Omar Mostefai, é alegadamente filho de uma portuguesa e de um argelino, segundo noticiou domingo o New York Times, citando o presidente da câmara de Chartres.

OJE

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