Atentados deixam investidores nervosos

Os mercados europeus abriram esta manhã a negociar em baixa. “O rescaldo dos atentados de Paris e o cerco de Bruxelas têm deixado muitos investidores nervosos”, diz a XTB no seu Market update de hoje, 24 de Novembro. Os analistas da broker referem ainda que, ao contrário do que aconteceu em Madrid e Londres, a […]


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Os mercados europeus abriram esta manhã a negociar em baixa. “O rescaldo dos atentados de Paris e o cerco de Bruxelas têm deixado muitos investidores nervosos”, diz a XTB no seu Market update de hoje, 24 de Novembro.

Os analistas da broker referem ainda que, ao contrário do que aconteceu em Madrid e Londres, a “normalidade tarda em regressar. A economia acaba por se ressentir, muitos agentes económicos acabam por adiar as suas decisões de investimento e consumo. O setor do turismo tem sido dos mais prejudicados. Viagens e estadias na Europa têm sofrido elevadas quebras, com vários países a serem afectados. As declarações dos Estados Unidos a respeito do risco de viajar, nesta altura, não têm ajudado à retoma do sector”.

Quanto à bolsa portuguesa, continua a estar recheada de anúncios relativos ao pagamento de dividendos, ainda em 2015. Semapa, Portucel e Sonae foram as últimas empresas a prometerem remunerar os accionistas. “A incerteza fiscal, fruto de um governo com o apoio parlamentar da esquerda, tem levado muitos gestores a antecipar os pagamentos de dividendos, ainda para este ano. Dezembro promete ser um mês interessante, no que diz respeito à volatilidade das acções portuguesas”, explica a XTB.

Nos Estados Unidos é dia de divulgação do PIB do terceiro trimestre e do sentimento do consumidor. Apesar da elevada importância depositada pela FED nos dados internos, a revisão do crescimento do último trimestre “perde relevância por terem já sido conhecidas novas perspectivas para a economia desde a divulgação da primeira estimativa”, dizem os analistas da XTB.

Quanto à Volkswagen (VOW.DE), a fabricante automóvel estima que para corrigir o funcionamento dos motores utilizados nos carros da Audi, VW e Porsche sejam necessários cerca de 50 milhões de euros. O grupo admitiu que o software que conduziu ao escândalo das emissões de dióxido de carbono está incorporado em todos os motores V6 de três litros a diesel, vendidos desde 2009 até este ano. Parece que os desaires ainda não terminaram para a empresa alemã.

Carlos Caldeira/OJE

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