Autarca de Cascais hospitalizado: “A vida tentou pregar-me uma partida”

“Apanhei Covid mas isso, muitos já apanhámos e comigo os sintomas até foram muito ligeiros. O problema veio depois”, segundo Carlos Carreiras.

O presidente da câmara de Cascais, Carlos Carreiras, foi internado com uma ulcera que lhe levou a perder os sentidos por três vezes.

Numa publicação no Facebook Carlos Carreiras começou por explicar que ao “despedir-me dos sessentas e prestes a celebrar os sessenta e um” a vida tentou pregar-lhe “uma partida”.

“Apanhei Covid mas isso, muitos já apanhámos e comigo os sintomas até foram muito ligeiros. O problema veio depois, com a necessária sobredose de medicamentos que juntou aos que normalmente tomo para a tensão e colesterol, agora também no controlo da infeção Covid”, descreveu o autarca.

A junção de medicamentos “reativou uma úlcera com perda de sangue que fez baixar significativamente os níveis de hemoglobina e provocou quebras de tensão”.

Na publicação o presidente da Câmara de Cascais aproveitou para deixar “uma palavra de grande apreço e agradecimento a todos/as que têm cuidado de mim, desde bombeiros, INEM e Hospital de Cascais”.

“Não aceito que possam dizer que foram assim por estar nas funções que estou, já que acompanhei o tratamento a muitos outros cidadãos e a todas trataram com o maior carinho, preocupação e profissionalismo, diga-se que também com alguns com enorme paciência”, sublinhou Carlos Carreiras, considerando ainda que “mais uns dias de convalescença” e estará de volta “à luta”.

Recomendadas

PSD: Joaquim Miranda Sarmento anuncia candidatura à liderança do grupo parlamentar

Miranda Sarmento, que foi presidente do Conselho Estratégico Nacional na direção de Rui Rio e coordenou a moção de estratégia de Luís Montenegro, adiantou três razões para esta candidatura, anunciada pouco depois de Paulo Mota Pinto ter comunicado que iria convocar eleições para a bancada para 12 de julho “a pedido” do novo presidente eleito.

BES/GES: Passos Coelho ouvido em tribunal durante cerca de duas horas

Passos Coelho chegou ao Campus da Justiça pelas 14h05 e avisou logo que não iria prestar declarações à entrada do tribunal por estar “um bocadinho atrasado”, uma vez que a sua audição estava agendada para as 14h00.

Aeroporto: PR exige consenso e responsabiliza Costa por escolha “mais ou menos feliz” da sua equipa

Numa declaração aos jornalistas no Palácio de Belém, em Lisboa, após a qual não respondeu a perguntas, o chefe de Estado assinalou que o despacho de quarta-feira do secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre esta matéria “já foi revogado ou irá ser revogado”.
Comentários