Autor
Ana Leite, Doutoranda em Economia Política pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, ISCTE e ISEG-IUL
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O valor liberdade e o privilégio de ser livre

Por fim, a liberdade, enquanto valor social, é muito volátil e está ainda muito longe de ser alcançada, o que é material e substancialmente diferente de ser efetivamente livre. De facto, como refletimos supra, a liberdade existe, mas é privilégio do exercício do poder, seja ele qual for.

É tudo tão estranho

Os atuais sinais de esgotamento do capitalismo fazem renascer a utopia; i.e., a esperança na existência de uma sociedade em que o trabalho é eliminado e a escassez substituída pela abundância, emergindo um espaço híbrido que mistura trabalho com lazer, decorrente da chamada Terceira Disrupção.

O paradoxo da servidão

Destarte, os malefícios do desemprego vão muito para além da perda de rendimento (Thompson, 2015). Com efeito, como referido supra, as pessoas que fracassam profissionalmente ficam socialmente expostas, deprimem e são frequentemente assoladas por doenças, quer mentais, quer físicas, certamente resultantes da condenação social a que estão sujeitos.

A utopia de governar

A sociologia das elites, ou realismo clássico como também é conhecida, do ponto de vista ontológico, postula a existência de elites como grupos minoritários de influência sobre o conjunto das sociedades, tanto nas suas dimensões estruturais, como conjunturais.

Valores e valor em tempos de pandemia

De salientar que, quando se trata de uma pandemia, o oceano de informação produzida à escala global é imenso, bem como as divergências públicas de opinião, o que gera desconfiança e confusão entre as pessoas; e, a prazo, deterioram as relações e os comportamentos sociais.
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