Autor
Carlos Branco, Major-general e Investigador do IPRI-NOVA
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Pensar o fim do conflito na Ucrânia

Muitos no Ocidente apostaram na derrota militar da Rússia, na expulsão das suas tropas do território ucraniano e na adesão da Ucrânia à NATO. Contudo, a entrega de equipamento militar a Kiev não conseguiu, até agora, que esses objetivos fossem atingidos.

As modulações da paz na Ucrânia

Mais recentemente, temos assistido a intervenções de várias entidades apelando à obtenção de uma solução política para o conflito, todas admitindo a possibilidade da amputação territorial da Ucrânia.

As (in)dependências da Europa

Ao contrário do que afirmam os dirigentes europeus, a transição energética, tecnológica e industrial que a Europa pretende trilhar não vai conduzir à sua autonomia ou independência, mas sim aumentar as suas dependências, agora da China, em vez da Rússia.

Taiwan, a Ucrânia do Pacífico

A viagem da terceira figura do Estado norte-americano a Taiwan não se prende com a promoção da democracia. Como na Ucrânia, também aqui, os EUA tentam justificar o seu comportamento através da dualidade democracias-autocracias.

Ideologia ou pragmatismo?

Os principais fornecedores dos recursos de base necessários às transições digital e energética não se encontram na Europa. Aliás, a transição energética não será uma panaceia libertadora de dependências.

Ucrânia e Taiwan, duas peças no mesmo tabuleiro

Tal como o controlo da Ucrânia por Moscovo, também a reunificação chinesa colidirá frontalmente com os interesses vitais norte-americanos.

Que paz para a Ucrânia?

Washington deixou claro a Zelensky que ele tem de explicar aos ucranianos que há limites para a ajuda internacional. Seria importante que desse ouvidos a Macron, Scholtz e Draghi.

Alteração da narrativa

O general norte-americano Mark Milley deu recentemente nota de que as negociações seriam a solução lógica para o conflito ucraniano, salientando que “ambos os lados devem chegar, por eles próprios, a essa conclusão”.

Não foi por acaso

Ao contrário da Administração anterior, Biden vê a eliminação de Moscovo como um passo determinante e necessário antes da confrontação militar com a China, e assim dominar a Eurásia, o seu o último objetivo.
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