Autor
Eduardo Leite, Ph.D. em Gestão e Professor na Universidade da Madeira
Artigos

A sustentabilidade e a solidariedade com as gerações futuras

As organizações contemporâneas acreditam que tornar os negócios sustentáveis ​​é ético, moral e, sobretudo, a forma mais correta de agir, considerando os desafios globais e os valores de uma sociedade desenvolvida.

A ascensão do normativismo ecológico e da contabilidade social

As soluções para o problema dos custos sociais parecem não residir no mercado, nem nos modelos baseados em critérios materiais do paradigma capitalista vigente. À vista disso, impõe-se uma mudança significativa para o racionalismo humano, baseado no normativismo ecológico e na contabilidade social.

A formação académica de (ex)jogadores profissionais de futebol e o caso Tarantini

Não obstante o crescimento dos estudos acerca da relação entre o desporto e a educação, há ainda uma lacuna significativa nesta matéria, sobretudo na modalidade futebol; certamente não será indiferente a falta de tradição académica familiar, possivelmente devido à origem social desfavorecida da maioria dos atletas.

O valor liberdade e o privilégio de ser livre

Por fim, a liberdade, enquanto valor social, é muito volátil e está ainda muito longe de ser alcançada, o que é material e substancialmente diferente de ser efetivamente livre. De facto, como refletimos supra, a liberdade existe, mas é privilégio do exercício do poder, seja ele qual for.

É tudo tão estranho

Os atuais sinais de esgotamento do capitalismo fazem renascer a utopia; i.e., a esperança na existência de uma sociedade em que o trabalho é eliminado e a escassez substituída pela abundância, emergindo um espaço híbrido que mistura trabalho com lazer, decorrente da chamada Terceira Disrupção.

O paradoxo da servidão

Destarte, os malefícios do desemprego vão muito para além da perda de rendimento (Thompson, 2015). Com efeito, como referido supra, as pessoas que fracassam profissionalmente ficam socialmente expostas, deprimem e são frequentemente assoladas por doenças, quer mentais, quer físicas, certamente resultantes da condenação social a que estão sujeitos.
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