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Palavra de Viajante
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PremiumSobre a necessidade de reinvenção de um continente no século XXI

Uma reportagem recente de um consórcio nacional de jornalistas trouxe para a luz do dia a existência de um número verdadeiramente assustador de elementos das forças de segurança portuguesas que não honram a farda, semeando o ódio, incentivando à violência e demonstrando um feroz racismo, quer contra cidadãos de etnia cigana, quer contra negros.

Livro: “Afrotopia”

A necessidade de reinvenção de um continente no século XXI pela pluma e olhar acutilante de Felwine Sarr, que nos deixa um apelo neste livro no sentido de pensar África como um mundo com outros trilhos a percorrer que não os traçados de antemão pela economia global.

PremiumRetalhos da vida de um médico-pintor em Paris

Num radioso dia de junho, Abel Salazar descreve assim o sol matinal que ilumina o parisiense Bois de Boulogne: “A sua luz radiosa dissolve-se na bruma azulada que cobre em veladuras o arvoredo do bosque e que aumenta de densidade com o alongar das distâncias. (…) O céu, pérola como sempre, com ‘patines’ de velha porcelana, é antes uma atmosfera densa que desce sobre os horizontes e neles se funde, do que uma abóbada perdida nas alturas.”

Livro: “Paris em 1934”

Médico, professor catedrático, ensaísta, historiador e crítico de arte. Falamos de Abel Salazar e da sua faceta de artista numa viagem a Paris, à qual dedica esta crónica de costumes sobre uma cidade onde cultura e barbárie se misturam com luz e sombras.

Livro: “Sul – A Expedição Mais Perigosa do Mundo”

O explorador Ernest Shackleton narra os longos meses desta viagem, em que, miraculosamente, toda a tripulação consegue salvar-se, após 2.900 quilómetros percorridos, em grande parte, sobre terreno desconhecido. Uma odisseia que atesta o poder da determinação humana.

PremiumEra uma vez um mercenário alemão em terras do Brasil…

“Cerca de oito dias antes da partida para a guerra, um navio francês tinha chegado a oito milhas dali, a um porto que os portugueses chamam Rio de Janeiro e na língua dos selvagens ‘Iteronne’ (Niterói). Ali costumam os franceses carregar pau prasil. Chegaram também à aldeia, onde eu estava com o seu bote, e trocaram com os selvagens pimenta, macacos e papagaios. “
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