Autor
Paulo Cardoso do Amaral, Professor da Católica-Lisbon
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A importância estratégica dos contratos (legais) auto-executáveis

Como a tentação de controlo pode ser enorme, é bom que a discussão pública seja suficientemente lúcida para que as decisões de bom senso sejam tomadas a tempo. Infelizmente, não é isso que está a acontecer.

Já se compram casas com bitcoin. E agora?

As criptomoedas continuam a ser apenas uma reserva de valor. Ainda assim, as notícias referidas neste artigo não deixam de representar importantes passos no sentido de facilitar a aplicabilidade económica das criptomoedas em Portugal.

Contratos auto-executáveis, ou como dar suporte legal aos ‘Smart Contracts’

Sonhar a automatização das relações entre entidades passou a estar na ordem do dia, sempre dentro do ordenamento contratual do Estado de direito. Logo, faz todo sentido pensar em que medida podemos dar valor legal à auto-execução ecossistémica.

Vamos legislar as DAO?

Nenhuma transação baseada em tecnologia pode ir contra a lei, porque vivemos, e queremos continuar a viver, num estado de Direito. Então como é que podemos garantir que uma DAO cumpre a lei no mundo da autonomia tecnológica professada pela blockchain?

Vamos tokenizar a economia à francesa?

Mais do que aumentar a eficiência do sistema financeiro, será a tokenização de outros activos que não apenas os financeiros, a beneficiar toda a economia. E França já está a pensar a testar esse caminho quando nós ainda nem começámos a discuti-lo.

A irrelevância do Euro Digital na estratégia do SEPA Council

O Euro Digital não fará a diferença como meio de pagamento. Tal como já aqui defendi, é a programação do dinheiro como medida de valor que fará a verdadeira diferença.
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