Bahrein também vai reabrir embaixada na Síria

O Bahrein anunciou que vai retomar as operações diplomáticas na Síria, seguindo os Emirados Árabes Unidos, quase sete anos depois de fechar a embaixada em Damasco devido à repressão das manifestações pró-democracia no país.

Abdalrhman Ismail/Reuters

O Bahrein anunciou que vai retomar as operações diplomáticas na Síria, seguindo os Emirados Árabes Unidos (EAU), quase sete anos depois de fechar a embaixada em Damasco devido à repressão das manifestações pró-democracia no país.

A decisão, conhecida um dia depois da reabertura da embaixada dos EAU em Damasco, parece consolidar os esforços para a normalização das relações entre os países árabes e a Síria, em guerra civil desde 2011.SITIA

Em fevereiro de 2012, os países do Conselho de Cooperação do Golfo anunciaram a chamada dos seus embaixadores em Damasco para protestar contra a repressão violenta das manifestações pró-democracia por parte das forças do Presidente sírio, Bashar al-Assad.

Este movimento transformou-se gradualmente num conflito armado opondo o poder de Damasco a grupos rebeldes antes da entrada no conflito de grupos extremistas como o Estado Islâmico. Desde 2011, o conflito fez mais de 360 mil mortos e milhões de refugiados e deslocados.

Recomendadas

Irão: Guarda Revolucionária ataca grupos curdos no Iraque

A poderosa Guarda Revolucionária do Irão desencadeou hoje uma onda de ataques com ‘drones’ e artilharia no norte do Iraque, visando o que Teerão diz serem bases de separatistas curdos iranianos, indicou agência noticiosa semioficial Tasnim.

António Guterres pede fim da “era da chantagem nuclear” e apela a “recuo”

O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje ao fim da “era da chantagem nuclear”, afirmando que o uso de armas nucleares levaria a um “armageddon humanitário”, tornando necessário um “recuo” face às atuais tensões.

Ucrânia. Reino Unido sanciona organizadores de “referendos fraudulentos”

O Reino Unido anunciou hoje sanções contra 33 indivíduos ligados a “referendos fraudulentos” sobre a integração na Rússia de regiões da Ucrânia sob ocupação russa.
Comentários