Banca portuguesa com perspetivas de “melhoria moderada” em 2016

Ativos problemáticos deverão atingir o pico no início de 2016, perspetivando-se, a partir daí, “melhorias moderadas”, no “outlook”


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A agência de notação financeira Fitch manteve estável o “outlook” da banca portuguesa, salientando que os bancos dependem unicamente do seu desempenho individual, depois de terem perdido o suporte que lhes era dado pelo rating da dívida soberana portuguesa. A decisão é justificada pela agência com a “estabilização do perfil de risco das instituições financeiras, em particular dos indicadores que medem a qualidade dos ativos”.

Os ativos problemáticos deverão atingir o pico no início de 2016, perspetivando-se, a partir daí, “melhorias moderadas”, no “outlook”. Estas melhorias ficarão a dever-se a uma conjugação tripartida de fatores. A saber: “custos de financiamento menores”, em particular nos depósitos; “redução do número de postos trabalho a nível doméstico e redução das imparidades”.

A Fitch prevê igualmente “melhorias modestas” nos rácios de solvência dos bancos, fundamentalmente devido à geração orgânica de capital e à redução dos níveis de risco das instituições. A venda de ativos não estratégicos pode contribuir para estas melhorias, sobretudo nos bancos que ainda detêm títulos de dívida convertível (CoCo). A descida do crédito malparado e a melhoria dos resultados das instituições poderão dar um aport positivo na melhoria dos indicadores de solvabilidade.

OJE

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