Banca será alvo prioritário da ciberdelinquência em 2017

Vão aumentar os ataques através de cartões sem contacto e dos smartphones.

Kacper Pempel/Reuters

A digitalização do modelo bancário permitiu às entidades financeiras descentralizar dos balcões tradicionais grande parte do seu modelo de negócio mas implica também novos desafios perante a imparável transformação tecnológica.

Um dos desafios mais importantes passa pela segurança que pode determinar a perda de credibilidade conquistada durante tantos anos por um golpe que fuja ao controlo dos bancos.

Os bancos são, cada vez mais, um alvo muito apetecível para os delinquentes que operam na internet, pelo que não é estranho que estejam entre os setores mais ameaçados para 2017.

No relatório de Previsões para 2017, elaborado pela empresa de serviços tecnológicos e de segurança S21sec, assinala-se uma mudança de tendência para os próximos alvos dos ciberataques, que deixarão de centrar-se no utilizador para se fixar nas entidades.

Os analistas mencionam as dificuldades crescentes com que se deparam os hackers para aceder à informação dos clientes bancários em comparação com outros setores, pelo que se prevê um endurecimento dos ataques contra estas entidades, mais habilidosos tanto pelos ganhos económicos diretos como pela grande quantidade de informação sensível que pode ser garantida (hábitos de compra, endereços, etc).

Recomendadas

Moçambique baixa receitas fiscais do gás ao fundo soberano para 40%

Moçambique deverá ser um dos maiores exportadores mundiais de gás a partir de 2024, beneficiando não só do aumento dos preços, no seguimento da invasão da Ucrânia pela Rússia, mas também pela transição energética.

PCP defende aumento do salário mínimo nacional para 850 euros em janeiro

O secretário-geral do PCP acusou o Governo de querer “retomar todos os caminhos da política de direita, fazer comprimir ainda mais os salários, facilitar a exploração, abrir espaço para os negócios privados na saúde e na educação, condicionando ou justificando as suas opções com as orientações e imposições da União Europeia e do euro”.

Respostas Rápidas: como deve investir a pensar na reforma?

Com uma estrutura demográfica cada vez mais envelhecida, as dúvidas em torno da sustentabilidade da Segurança Social no médio-prazo reforçam o papel da poupança privada no rendimento dos portugueses em reforma, pelo que importa compreender os vários instrumentos financeiros ao seu dispor.
Comentários