Banco Finantia muda administração executiva

“Gonçalo Botelho e o Pedro Reis terminaram os seus mandatos de administradores no final do ano passado”, diz fonte do banco que adianta que Ricardo Caldeira e David Guerreiro serão reconduzidos como administradores executivos.

O banco de António Guerreiro e Luísa Antas volta a mudar a administração executiva. Três anos depois de serem eleitos, saem Pedro Perestrello dos Reis, que era o presidente da comissão executiva, e sai também Gonçalo Botelho, que era vice-presidente executivo.

O CEO Pedro Perestrello dos Reis saiu do cargo e foi convidado por António Guerreiro para administrador da Finantipar, a holding do Grupo Finantia, soube o Jornal Económico.

Ainda não há substitutos para os lugares deixados vagos. Mas, fonte do Finantia diz que tudo deverá ficar decidido apenas na assembleia geral anual do banco, a qual deverá realizar-se em maio, como tem sido habitual todos os anos.

“Gonçalo Botelho e o Pedro Reis terminaram os seus mandatos de administradores no final do ano passado”, diz fonte do banco que adianta que Ricardo Caldeira e o David Guerreiro serão reconduzidos como administradores executivos. Na mesma Assembleia Geral deverão ser propostos mais dois administradores executivos, sendo, de entre os quatro, eleito o novo CEO.

O Jornal Económico sabe que Gonçalo Botelho saiu do banco para abraçar outro projeto, tal como o próprio escreveu numa mensagem de despedida que enviou aos colaboradores do Finantia.

O banco teve como presidente António Guerreiro até 2014 altura em que o Banco de Portugal condenou a administração e o banco pela prática de infrações de natureza contabilística e prestação de falsas informações.

Na altura, o Banco de Portugal aplicou coimas aos vários arguidos da ordem global de três milhões, mas que foram entretanto revistas pelos tribunais para dois milhões e 385 mil euros. O Tribunal deu razão ao regulador na sentença proferia em junho de 2016.

O Banco Finantia teve lucros no primeiro semestre de 2017 de 19,4 milhões de euros, mais 5 milhões, ou 35%, do que em igual período do ano passado.

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