Banco Mundial corta crescimento anual da China

O novo relatório do Banco Mundial indicou que as restrições que podem ser colocadas em prática devido à circulação da nova variante Ómicron.

4 – Hong Kong

O Banco Mundial cortou as previsões de crescimento económico da China para 2021 e 2022, revela a “CNN”, esta quarta-feira. A segunda maior economia do mundo está, a par do mundo, a enfrentar contágios devido à nova variante Ómicron, uma situação que está a afetar o sector imobiliário.

As previsões apontam que a China deva crescer 8% em 2021, uma perspetiva ligeiramente mais pequena do que a de 8,5% de junho e 8,1% de outubro. Para 2022, o Banco Mundial cortou as previsões de 5,4% para 5,1%, verificando o segundo ritmo mais lento desde 1990, um ano marcado por um crescimento de 3,9% marcado pelos massacres da Praça Tiananmen no ano anterior.

O novo relatório do Banco Mundial indicou que as restrições que podem ser colocadas em prática devido à circulação da nova variante (e de outras que possam surgir), possam causar mais interrupções à atividade económica. Atualmente, o sector imobiliário tem causado grande preocupações em toda a economia do país.

A China, que foi o primeiro país do mundo a registar casos de contágio de Covid-19 em 2019, foi a única grande economia a registar um crescimento económico no ano passado. No entanto, este ano tem apresentado ameaças à economia chinesa, nomeadamente crises de energia, repressões às empresas privadas e restrições da pandemia.

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