BES leva doze anos de trabalho a Queiroz

“São mais de quinze anos da minha reforma que desapareceram de um dia para o outro”, lamentou Carlos Queiroz, atual selecionador do Irão, em entrevista à TVI. O antigo selecionador nacional, que acabou de renovar contrato para se manter à frente da seleção do Irão, explicou com pormenores como as consequências do caso BES levou […]

“São mais de quinze anos da minha reforma que desapareceram de um dia para o outro”, lamentou Carlos Queiroz, atual selecionador do Irão, em entrevista à TVI. O antigo selecionador nacional, que acabou de renovar contrato para se manter à frente da seleção do Irão, explicou com pormenores como as consequências do caso BES levou doze anos de trabalho: “Numa armadilha, responsáveis do banco mandam-me uma comunicação a dizer que havia relevantes riscos na aplicação de dinheiro na Rioforte e garantiram-me que não tomavam mais nenhuma decisão de fazer aplicações se não for eu, Carlos Queiroz, a tomar essa iniciativa”. No entanto, nada disto aconteceu, como esclareceu o selecionador do Irão: “Um diretor comercial do ES Bankers foi à minha conta e tirou mais de metade da minha vida de trabalho, e mandou para os senhores da Rioforte. Pôs os meus fundos – fundos que tinha guardado exclusivamente para apoiar a minha reforma -, na Rioforte de uma forma fraudulenta e abusiva”.

 

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