BES/GES: 8 de janeiro é dia de contabilista na comissão de inquérito

O calendário das cinco próximas audições da comissão de inquérito ao caso BES/GES, cujos trabalhos estão suspensos, está definido, sendo o contabilista do banco ouvido a 8 de janeiro, avançou à agência Lusa fonte parlamentar. A primeira audição de 2015 está agendada para 6 de janeiro, às 9h00, para ouvir o revisor oficial de contas […]

O calendário das cinco próximas audições da comissão de inquérito ao caso BES/GES, cujos trabalhos estão suspensos, está definido, sendo o contabilista do banco ouvido a 8 de janeiro, avançou à agência Lusa fonte parlamentar.

A primeira audição de 2015 está agendada para 6 de janeiro, às 9h00, para ouvir o revisor oficial de contas (ROC) e auditor do Grupo Espírito Santo (GES), José Manuel Macedo Pereira. No mesmo dia, pelas 15:00, tem início a audição de João Rodrigues Pena, presidente executivo da Rioforte.

Depois, no dia seguinte, é a vez de José Carlos Castella, ‘controller’ financeiro do GES, comparecer perante os deputados, numa audição que arranca às 16h00.

Francisco Machado da Cruz, contabilista do Banco Espírito Santo (BES) e ‘comissaire aux compte’ da Espírito Santo International (ESI) e da Eurofin, é ouvido a 8 de janeiro, pelas 16h00.

Segue-se-lhe Isabel Almeida, diretora do BES, a 13 de janeiro pelas 9h00.

Nesta segunda-feira, o presidente da comissão, Fernando Negrão (PSD), deu por encerrados os trabalhos pelas 22:15, desejando boas festas aos parlamentares depois de um total de 12 horas de trabalho, repartidas entre duas audições de ex-administradores executivos do BES: Joaquim Goes e Rui Silveira.

A comissão de inquérito arrancou a 17 de novembro passado e tem um prazo de 120 dias, que pode eventualmente ser alargado.

A suspensão dos trabalhos da comissão por altura da época de Natal e Ano Novo leva a que a contagem dos 120 dias seja interrompida.

Até ao momento já foram realizadas 20 audições, tendo sido ouvidos os supervisores, a ministra das Finanças, o líder da KPMG Portugal e altos responsáveis do BES e do GES, com destaque para o líder histórico do banco, Ricardo Salgado.

Os trabalhos dos parlamentares têm por intuito “apurar as práticas da anterior gestão do BES, o papel dos auditores externos, e as relações entre o BES e o conjunto de entidades integrantes do universo do GES, designadamente os métodos e veículos utilizados pelo BES para financiar essas entidades”.

OJE/Lusa

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