PremiumBiden ‘perdoa’ a Turquia e reaproxima-se do porteiro dos Dardanelo

O Mar Negro, que o Ocidente acredita ser a maior motivação da invasão da Ucrânia pela Rússia, não tem qualquer préstimo estratégico sem o controlo dos estreiros a sul. Que são turcos.

Esta semana, a administração norte-americana de Joe Biden decidiu voltar a vender armas à Turquia, depois de nos últimos anos Ancara se ter desentendido com Washington e a NATO quando comprou o sistema russo de defesa aérea S-400. “As vendas de armamento militar aos nossos principais parceiros, como a Turquia e a Índia, devem ser aceleradas e os obstáculos burocráticos removidos”, disse, o secretário de Estado Antony Blinken – reconhecendo que o processo é urgente.

A irritação de Washington com Ancara foi de tal ordem, que levou a que a Turquia fosse ‘riscada’ do grupo de países que os Estados Unidos admitiam no chamado programa F-35. Agora, o país contará com a possibilidade de comprar pelo menos 40 caças F-16 e 80 kits para modernizar a sua frota.

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